Cresce investimento de marcas em áudio digital

20 de novembro de 2017

Cresce investimento de marcas em áudio digital

Vamos falar de novidades? Ele é online, pode ser escutado ao vivo, ou off-line, em qualquer lugar e possui precisão melhor sobre o alcance. Essas são algumas das vantagens do áudio digital que, apesar de não estar totalmente consolidado no Brasil, busca provar sua eficiência ao mercado. Segundo as pesquisas publicadas recentemente pela MMA, associação sem fins lucrativos de mobile marketing, com patrocínio da Audio.ad, mostram o avanço do formato e o comportamento do consumidor.

As entrevistas foram feitas durante o ano de 2016 com cinco mil usuários de internet na América Latina e o resultado detalha o tipo de conteúdo, perfil do consumidor e por qual meio o áudio digital é consumido. Dos entrevistados brasileiros, 94% escutam áudio digital pela internet, serviços de streaming e demais mídias online. O conteúdo mais valorizado é a música, com 65% das respostas, e a faixa etária que faz mais uso do modelo é de 35 a 44 anos.


A pesquisa ainda apresenta a relevância do streaming: seis de cada dez entrevistados consomem áudio por meio dos players online. Em primeiro lugar está o Spotify (32%) e, em seguida, o SoundCloud (24%) e o Deezer (22%). 

O áudio digital também vem impulsionando outros mercados como o de mídia programática. De acordo com pesquisa do AdAge, em parceria com a Trade Desk, empresa que opera sistemas sob demanda com mídia programática, no ano ano passado um quarto dos atuais compradores de áudio digital fez negócios em programática e mais de um terço fará em 2018. “Você consegue medir a entrega completa do seu spot de áudio dentro do seu target, controlar frequência e medir com precisão o alcance da sua campanha. Esse modelo permite que a gente venda a escuta completa (modelo de venda por CPE – Custo por Escuta) sem dispersão”, afirma Tigre.

A associação também aponta para algumas tendências no consumo de áudio digital. Entre elas estão: o smart áudio, encontrado em assistentes pessoais como o Alexa, da Amazon, e o Google Home; podcasts, programa de rádio encontrado em plataformas de streaming como Spotify, Deezer e SoundCloud; geolocalização, para entregar um anúncio ao ouvinte quando ele estiver próximo do PDV do anunciante; áudio 3D, entre outros.

Para Fabiano Lobo, diretor de gerenciamento da MMA Latam, o smart radio é a tendência que melhor se encaixa no Brasil. “O segmento de dispositivos controlados por voz vive uma fase de amplo crescimento.”, afirma ele. Levantamentos mostram que 7% dos norte-americanos com mais de 12 anos já tem um smart speaker em casa. “Os propósitos são diversos, desde ouvir musica com mais qualidade, passando por substituir um aparelho e som antigo até organizar uma lista do que comprar e fazer search via voz”, completa. Ele acredita que o áudio digital é um segmento que tende a crescer significantemente em detrimento do aumento das pesquisas sobre Inteligencia Artificial.

Marcas crescem no Instagram e Youtube

14 de novembro de 2017

Marcas crescem no Instagram e Youtube

No trimestre passado as marcas apostaram em links e imagens para preencher suas páginas de visitas nas redes sociais, um estudo do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em parceria com a Socialbakers mostra que no período de julho a novembro, os vídeos ganharam mais força nesse meio.

Segundo o estudo realizado, as 100 maiores marcas que atuam nas redes sociais tinham no começo de 2017, cerca de 800 mil seguidores em seus perfis no Instagram, aplicativo voltado para fotos e vídeos. No atual trimestre, o número de seguidores aumentou em 22% para 980 mil. De acordo com o professor Thiago Costa, um dos pesquisadores do NiMD, esse crescimento se deu pelo uso do Stories, lançado em agosto de 2016.

Outra questão abordada pelo relatório demonstra que a preferência por vídeos é motivo de aumento nos inscritos nos canais das marcas analisadas no YouTube. Ocorreu um aumento de quase 85 mil no início do ano para mais de 110 mil assinantes no trimestre mais recente, aumento de 29%.

Já o Facebook, da mesma empresa e com as funções similares às do Instagram, sofreu queda nas interações e crescimento de seguidores. As marcas do segmento de Mídia e Notícias, decresceram em 10% nos comentários, reações e compartilhamentos. Elas acumulavam 10.311.273 interações entre janeiro e março deste ano e hoje contam com 9.274.236, a maior queda entre as páginas dos demais segmentos.


Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

10 de novembro de 2017


Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

Olá galera, como vocês estão?

Recentemente o Facebook relatou que dará possibilidade aos profissionais anunciantes que usem a localização dos usuários da plataforma para direcionar anúncios digitais no celular das pessoas que já visitaram suas lojas físicas ou de seus concorrentes.

Algumas empresas, como o Google por exemplo, oferecem mensuradores offline que ajudam anunciantes a decidir se querem anúncios online que serão convertidos em compras em lojas físicas, porém o Facebook agora colocará anúncios para usuários baseados em seus trajetos. Imagino que você está se perguntando como isso funcionará, é bem simples, esses anunciantes também podem comprar grupos maiores de audiências, chamadas “similares”, que se assemelham aos visitantes físicos em determinadas características, ou "trocam" as pessoas que tenham visitado varejistas — por promoções destinadas a novos clientes, por exemplo.

Segundo Gabriel Francis, diretor de vendas offline do Facebook essa função permite que os negócios fechem o ciclo dos anúncios. “Vinte anos atrás, durante o advento do anúncio online, nós vimos que as pessoas não queriam entender o impacto do digital nas vendas. Eles também queriam usar essas informações para encontrar os melhores consumidores e a taxa de conversão ideal e, assim, usar para melhorar seus anúncios para que fossem realmente eficientes e condizente com o que eles gastavam nele”, conta. 

Por mais que existam empresas como NinthDecimal, PlaceIQ e Placed, cujo oferecem serviços semelhantes aos do Facebook, Francis argumenta que nenhum deles atingem os dois bilhões de usuários da rede social.

A meta do Facebook neste momento é convencer os profissionais de marketing de que esses novos anúncios segmentados terão impacto de fato nas vendas consequentes — um desafio comum área da publicidade. 

Apesar de não parecer tão clara e exata em decorrência dos vários fatores em jogo, o KFC não parece desconfiar dos resultados. A empresa diz que conseguiu aumentar os gastos de consumidores por visita em torno de 50 centavos de dólar para US$ 2.

Tom Hassett, vice-presidente de mídia do Dick’s, disse que a empresa testou o produto por semanas com objetivo de atingir consumidores que visitavam a loja no verão para irem durante o inverno, e para criar uma audiência similar para trazer novas pessoas para a loja.



O Facebook descobre onde seus usuários estão por meio do GPS habilitado em seu celular. “Usamos essa informação para compreender a linha de base a fim de trazê-la de acordo com a população de usuários do Facebook”, disse Francis. “É uma estimativa das pessoas que têm serviços de localização habilitados, que é o principal dado que usamos”.

Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

Consumo de vídeo na internet cresce 90% em três anos.

3 de outubro de 2017


Consumo de vídeo na internet.

Fala galera, tudo bem?


O consumo de vídeo no Brasil vem mudando de forma drástica. Essa é uma das conclusões de um levantamento inédito desenvolvido pela Provokers.



O levantamento coletou informações de uma amostragem com 1.500 participantes de todas as regiões do Brasil. Dentre as principais conclusões está o fato de que 86% desses participantes assistiram vídeos online ao menos uma vez no mês.

Consumo de vídeo na internet.
Segundo a pesquisa 83%, assistem vídeos na web para ver conteúdos que não  estão disponíveis na TV. Os consumidores chegaram ao momento onde desejam assistir conteúdos de seu próprio interesse. 87% dos brasileiros declaram estar conectados à web enquanto a TV está ligada. Na percepção dos consumidores, o YouTube, que chegou a 103 milhões de usuários no Brasil é usado nas ocasiões como “quando quero ver assuntos que amo”, “quando eu quero aprender sobre algo“ e “quando quero rir, me divertir”.


Redes sociais convertem anúncios em vendas?

30 de setembro de 2017

Redes sociais

Fala galera, tudo bem?!

Uma pesquisa divulgada no eMarketer, realizada pela CivicScience, mostrou que poucos consumidores americanos estão fazendo compras depois de verem um anúncio em uma rede social. O estudo obteve respostas de 1909 pessoas acima de 13 anos que são ativas na internet e identificou que apenas 1% dos entrevistados fizeram uma compra após verem um anúncio no Snapchat e 4% disseram que compraram após verem a publicidade no Instagram.

Rodrigo Tigre, sócio-diretor da RedMas, acredita que as redes sociais “pegam” os usuários em momentos que nem sempre são os ideais para conversão. “São de 3 a 4 minutos que você usa para conversar e se atualizar dos amigos, ver fotos de celebridades e influenciadores. É um momento em que o foco está muito ligado ao conteúdo, explica Tigre.

Para André Miceli, coordenador do MBA em digital da FGV, “durante muito tempo, as empresas de métricas entendiam que as taxas de conversão de 5% a 10% para redes sociais eram boas. E eu sempre achei uma taxa bastante alta se comparada ao e-mail marketing, por exemplo. Os números não são ruins, o mercado vive um momento de adequação”. Ele reforça que a diferença está na relevância do anúncio que é entregue. “Continuo acreditando que redes sociais são importantes para o comércio eletrônico. Mas parte dessa conversão depende da qualidade do anúncio”

 
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