Alcance no Instagram e Facebook: você sabe o é essa métrica?

Nenhum comentário

11 de setembro de 2019






O Alcance no Instagram e no Facebook é dado pela quantidade de usuários únicos que viram a sua publicação.

O alcance dessas mídias sociais se refere ao número de pessoas que visualizaram o seu conteúdo. Portanto, se uma mesma publicação é mostrada para você dez vezes, você não será contabilizado no alcance da publicação dez vezes, mas apenas uma vez.

Alcance é uma medida de como o seu conteúdo é espalhado em várias plataformas de redes sociais. Você pode pensar nisso como o número de pessoas individuais que visualizam o seu conteúdo.

Vale lembrar que as mídias sociais, normalmente, contam com dois tipos de alcance: orgânico e pago. O alcance orgânico representa o número de indivíduos que visualizaram o seu conteúdo sem que você pagasse, de forma natural de acordo com o algorítimo da plataforma, e o alcance pago representa o número de pessoas que viram o seu conteúdo porque você pagou para que isso ocorresse.


Como o YouTube constrói sua relação com as marcas

Nenhum comentário

12 de março de 2018



Em dezembro de 2017 o YouTube passava por mais uma crise relacionada à segurança das marcas,  enquanto neste momento Debbie Weinstein, diretora global de soluções do Google, foi a responsável por manter a comunicação com mercados que iam da Índia à Europa, reforçando o que a empresa estava fazendo para resolver a situação e garantindo a anunciantes os esforços da plataforma em garantir um ambiente seguro. Essa comunicação tinha por objetivo conectar as marcas e agências com os times de engenharia para desenvolver projetos específicos.

Apresentando em seu currículo a formação em relações internacionais, a executiva já foi VP de vendas (Diretora Comercial) na Viacom e cuidou, por mais de cinco anos, da área de mídia da Unilever, antes de chegar ao Google, em 2014, para liderar as relações entre o YouTube e as marcas. Em visita ao Brasil, Debbie falou sobre a dinâmica da plataforma em equilibrar as demandas das marcas e também da comunidade criadora de conteúdo. “O ecossistema do YouTube é muito delicado, precisamos criar valor para os usuários, criadores e anunciantes”, afirma Debbie.



Experiências na Viacom e Unilever

No mundo digital, os consumidores estão em meio a muita informação e, é natural que, muitas vezes, a comunicação se perca, por isso o objetivo é ter uma estratégia que extraia o melhor desse mundo. A primeira coisa é auxiliar os clientes do Google a entender como encontrar os consumidores. No fim do dia, o mais importante para uma marca é encontrar o seu público onde quer que ele esteja. A segunda é como esses clientes podem avançar em suas estratégias de comunicação.  Por último, tem a questão de performance. Como trazer mais resultados para esses clientes por meio de um melhor desempenho. 

A diferença entre cada mercado local

Existe uma combinação de elementos que acabam mudando de região para região, mas a base é a mesma. Por exemplo, o que muda muito é a questão do perfil dos mercados locais. Muda o perfil de consumo e, algumas vezes, questões relacionadas à conectividade. Além disso, o desafio é o mesmo. Desde que entrou no YouTube, em 2014 Debbie conta que teve uma experiência em vários mercados, passando por Europa, Oriente Médio, África e, garante que para sua atual função, nada muda muito a não ser ter a visão global.

O equilíbrio entre anunciantes e criadores

O ecossistema do YouTube é muito delicado, precisamos criar valor para os usuários, criadores e anunciantes. E a única forma de fazer com que isso dê certo é trabalhando de forma muito próxima e pensando como uma comunidade. Além disso, dentro do nosso ecossistema você tem fenômenos culturais e situações locais que demandam uma atenção especial. E no meio de tanto conteúdo, existe um equilíbrio entre uso de tecnologia e pessoas para fazer com que a mensagem certa encontre os usuários certos. O nosso esforço recente e investimentos neste sentido é exatamente de conectar a mensagem de forma correta. Porque no fim das contas isso cria valor para usuários e marcas. Internamente, a gente tem trabalhado muito com todas as bases de usuários seja do Google, do Maps, ou outros produtos, para promover esse encontro da mensagem com o usuário que tem relação com aquela premissa inicial de encontrar os consumidores.

O papel dos times de engenharia

Esse exemplo ilustra um pouco da riqueza de ser uma empresa de tecnologia e a importância dos times de engenharia. Ainda que, quando falemos em engenharia, pode soar um pouco distante, mas como eu disse antes, eles estão cada vez mais conectados com a solução lá na ponta. Muitos dos formatos que surgiram no Brasil nascem do contato do time comercial e das demandas que surgem aplicadas a expertise do nosso time. Essa junção é muito importante. Agora mesmo eu estava discutindo como adaptarmos o YouTube Go (o aplicativo que permite assistir a vídeos on demand foi lançado no início de fevereiro) para o Brasil. Como adaptar o formato ao País. E tudo isso foi possível por causa do time de engenharia que trabalha muito próximo.

Instagram adiciona GIFs nos Stories

Nenhum comentário

20 de fevereiro de 2018



GIFs nos Stories

Nova ferramenta permite que os usuários selecione mais de 10 mil stickers, estáticos ou móveis

Em 23 de Fevereiro, o Instagram informou aos usuários dos Estados Unidos que já é possível adicionar GIFs e stickers a suas fotos e vídeos no Stories, plataforma de compartilhamento dinâmico da rede social. 

A novidade já está disponível no Brasil.

A iniciativa do Instagram reforça a proposta da rede social de combater diretamente com o Snapchat, sobretudo em busca da atenção da geração Z.

Grande variedade:

A nova ferramenta permite que os usuários selecionem mais de dez mil stickers, estáticos ou móveis. Essas imagens, assim como os GIFs, poderão ser localizados no campo de busca disponível na própria plataforma.

De acordo com especialistas no segmento digital, o fato de o Instagram incluir um dos recursos mais utilizados pelo público no Snapchat é um passo importante na briga direta com a rede social.

Estatíscas:

Dados da consultoria e Marketer mostram que, em relação ao público mais jovem (de 12 a 17 anos) o Snapchat ainda está bem à frente do Instagram. Enquanto a rede social de Mark Zuckerber possui 4,2 milhões de usuários ativos dessa faixa etária, o Snapchat já acumula 16 milhões de usuários da mesma faixa etária.

Com informações do Advertising Age

Instagram traz novo stories para marcas ao Brasil

Nenhum comentário

16 de fevereiro de 2018

Stories Coca Cola

Plataforma permitirá a publicação de até três peças de conteúdo sequencial no Stories em formato já utilizado pela Coca-Cola

O Instagram estreia dia 1ºde Fevereiro, no Brasil, um novo formato para marcas no Stories. 
O formato, que já é utilizado por Coca-Cola no México, Gap, Netflix e Paramount nos Estados Unidos, permite a publicação de até três peças de conteúdo sequenciais. No Brasil, a primeira marca a utilizar o recurso será a Renault.

Estatísticas:

De acordo com o Instagram, um terço dos Stories mais visualizados na plataforma é produzido por marcas. “Com esse conteúdo adicional surgem diversas possibilidades, como um estúdio de produção criando suspense em torno de um anúncio para seu próximo filme ou um varejista apresentando três looks diferentes com o mesmo casaco de inverno”, diz Susan Rose, diretora de marketing de produto para o Instagram.

Novo recurso:

O novo recurso entra para um grupo de outras ferramentas já oferecidas pelo Instagram como o storytelling sequencial que permite a produção de capítulos com pílulas de conteúdo que são mais fáceis de consumir. Além do stories multimídia que permite mix de fotos e vídeos para adicionar camadas e profundidade e o agrupamento temático para mostrar conteúdos da mesma categoria em uma mesma história.
O Instagram começou a oferecer formatos publicitários no Stories em janeiro do ano passado. A primeira ferramenta foi o vídeo curto com stickers e textos que simula o Snapchat. Junto à ferramenta, a plataforma implantou um sistema de visualização de métricas para perfis de marcas. O Instagram já possui mais de 250 milhões de usuários diários globais para o Stories desde seu lançamento, em agosto de 2016.

Instagram e YouTube são as estrelas da hora para as marcas

Nenhum comentário

6 de fevereiro de 2018

El Tango

Facebook continua a ser relevante, mas, para anunciantes, foi o que menos cresceu; Twitter segue como rede preferida de artistas e personalidades
A presença das marcas nas redes sociais, nos últimos três anos, se tornou, praticamente, obrigatória. Não dá para não ter um canal no YouTube, um perfil no Instagram, uma fanpage no Facebook ou uma conta no Twitter. Claro que estar numa rede ou noutra depende muito do que a marca quer atingir e como se comunica. Não é mandatário estar nas quatro redes, simultaneamente. Em outros casos, é quase que exigida a aparição da marca em todas essas redes.
Não é modismo
“A avaliação dos três anos ajuda a firmar a área de mídias sociais e já não para afirmar que isso é só um modismo. As redes são como um canal de comunicação para as empresas. As empresas precisam, eventualmente, mudar de ideia se ainda estão reticentes quanto a isso”, afirma o professor Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Faap. “Sempre fizemos uma análise entendendo que mídias são várias plataformas e as marcas precisam pensar no todo e como vão atuar. Nos últimos anos, a principal plataforma foi o Facebook. Não só em usuários, mas pensando nas empresas querendo construir relacionamento com seus consumidores. Ao longo dos últimos três anos, cresceu números de fãs e seguidores no Instagram e Twitter. Particularmente, o YouTube e o Instagram tiveram um crescimento absurdo: 800% na média de assinantes no canal das marcas no YouTube e 2.000% na média de seguidores de perfil de marcas no Instagram.

Quando vistas separadamente, as redes têm apelos diferentes para o crescimento mais ou menos expressivo. O Facebook, por exemplo, promoveu diversas mudanças em seu algoritmo, o que desprestigiou as publicações de páginas institucionais. A despeito disso, o brasileiro continua a interagir com as marcas dentro dessa plataforma. O estudo aponta um dado expressivo: a média de interações com as marcas no Facebook cresceu 2.350%. Atualmente, são feitas mais de 700 mil interações mensais, em média, entre likes, comentários e compartilhamentos com as marcas na rede. “Isso é, possivelmente, resultado de um maior investimento no impulso de posts, entre outros fatores, como o próprio crescimento natural de usuários”, afirma Messa. Em relação à média de publicações realizadas pelas páginas, o professor chama a atenção para o fato de que as marcas experimentaram, ao fim de 2015 e início de 2016, publicar menos posts (cerca de um ou dois por dia), mas a média subiu para cerca de quatro publicações por dia, atualmente.
Num extremo, as páginas do segmento Mídia/Notícias, cujo núcleo é produção de conteúdo, realizam, aproximadamente, 45 publicações por dia. O segmento sempre foi um dos mais curtidos, juntamente com as páginas do tipo Marcas/Institucional, mesmo em tempos de fake news. Entre as páginas de Mídia/Notícias avaliadas, a média de curtidas é de 3,7 milhões. Por dia, são cerca de 88 mil interações nestas páginas (likes, comentários e compartilhamentos).

Vídeo supremo
“A supremacia do vídeo nas plataformas de redes sociais, em relação a conteúdo de texto, é a primeira e mais importante mudança que tivemos”, aponta Thiago Costa, coordenador do curso de pós-graduação em comunicação e marketing digital da Faap. Por isso mesmo, no segmento Entretenimento, entre as cem maiores páginas em números de interações no Facebook, o volume de postagens em vídeo cresceu de menos de 10%, entre 2015 e 2016, para cerca de 40% do conteúdo publicado em 2017.
No YouTube, os números são relevantes. O ano de 2014 terminou com as marcas tendo uma média de 16.598 inscritos em seus canais, número que subiu para 36.315 no ano seguinte. No final de 2016, o número de assinantes praticamente dobrou, alcançando 70.814. O ano passado, por sua vez, terminou com um total de 149.244 inscritos, ou seja, um crescimento de quase 800% em três anos. “O YouTube, trazido aos hábitos do consumidor pelo público mais jovem, que acompanha os influenciadores digitais, passou a ser uma real plataforma de mídia para as marcas, que tiveram que se adaptar a isso e gerar conteúdo em vídeo”, explica Costa. “Foi uma mudança do consumidor para as marcas, e não o contrário.

Quando o estudo Mídias Sociais 360º foi iniciado, em 2014, o Instagram não tinha a opção de postagem de vídeos. Essa ferramenta só passou a ser oferecida no segundo trimestre de 2015, o que levou as marcas a aproveitar essa funcionalidade, com bons resultados de interação com o consumidor. No início, as postagens em vídeo tinham média de 999 curtidas e 38 comentários. Já as fotos ficavam com média de 1.420 curtidas e 33 comentários. No último trimestre de 2017, os vídeos tiveram 2.448 curtidas e 71 comentários, na média. As fotos tiveram um salto de 4.448 curtidas e 67 comentários, em média. O Instagram também foi a rede que mais cresceu desde 2014. No último trimestre daquele ano, um perfil de marca tinha, em média, pouco mais de 49 mil seguidores. Em 2017, a média era de um milhão de seguidores, o que representa um aumento de mais de 2.100%. Essas mesmas marcas costumam realizar entre duas e três publicações por dia, contra a média de um post por dia em 2014. “Vê-se que houve uma alteração na gestão do conteúdo, estimulada mais uma vez por mudanças no algoritmo do Instagram. Porém, mais importante é observar a popularidade que a plataforma conquistou, o que faz acreditar que, para muitas marcas, o Instagram já é uma plataforma importante para o relacionamento com seus consumidores”, destaca Messa.
O Twitter segue como uma incógnita para as marcas. Apesar da média de seguidores das marcas ter crescido quase 75% nos últimos três anos, a plataforma definitivamente não alcançou a popularidade do Facebook. O perfil de uma marca no Twitter costuma ter uma média de 314 mil seguidores, número pouco expressivo se comparado ao volume do Facebook. Porém, o cenário é outro no caso de perfis de artistas e personalidades. No último trimestre de 2017, um perfil no Twitter da categoria “não marcas” tinha, em média, cerca de 3,7 milhões de seguidores, número semelhante aos dos curtidores de uma página da categoria Mídia/Notícias do Facebook.
Para Messa, o Twitter, em termos de relevância para as marcas, acabou ficando para trás no Brasil. “Ainda assim, acredito que é uma ferramenta importante para acompanhar a imagem da marca, bem como um canal tão eficiente quanto os demais para ações que envolvem influenciadores digitais, por exemplo”, diz.

 
Layout Por : Lravilla Creations | All Rights Reserved.