Pinterest aposta em social commerce no Brasil

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27 de novembro de 2017


Fala galera,tudo bom? Quem aí já conhece/usa o Pinterest? Ainda não conhece ou ouviu falar pouco? Então vem comigo para saber mais!

A busca pelo visual de redes sociais tem persuadido marcas a criar estratégias de venda dentro das próprias plataformas, já que é nelas que usuários têm buscado suas inspirações para moda, decoração e viagens. Recentemente, a rede de descoberta visual foi o Pinterest, que se estabeleceu como uma galeria de “inspirações”,  e que agora pretende colocar suas ferramentas a favor dos varejistas brasileiros.

Foi lançado dois recursos para marcas que querem colocar seus produtos à venda em seu contexto de navegação. A primeira novidade é o Shop the Look, ferramenta que permite ao usuário comprar produtos a partir de “pins” em uma imagem, e também ver recomendações de produtos similares. 
Já os Pincodes serão QR Codes customizados, escaneados para descobrir produtos e temas com curadoria de marcas e veículos. Com isso as marcas podem compartilhar os códigos em pontos de venda, embalagens e peças de propaganda. No Brasil, a primeira marca parceira a utilizar o serviço é a Tok&Stok.


O Pinterest é muitas vezes confundido com uma rede social, mas, na realidade, é o lugar os as pessoas descobrem o que querem para seu próprio uso. O que faz o Pinterest atraente para o marketing é que as pessoas estão na plataforma para planejar, então você pode alcançar pessoas no estágio inicial do processo de compra ou de procura de inspiração.

No Brasil, a plataforma registra mais de 31 milhões de ideias de moda todo mês, por exemplo, o que torna as ferramentas especialmente interessantes para marcas do universo de beleza e vestuário. O Shop The Look foi lançado nos Estados Unidos em fevereiro e, de acordo com a companhia, impulsiona duas vezes mais cliques em  produtos.

Cerca de 97% das principais buscas no Pinterest não são por marcas, algo que pode ser explorado pelas empresas que querem cativar o consumidor despretensioso, que normalmente não procuraria por produtos e só está coletando referências. Analisando os fatos vemos que a mentalidade e a intenção das pessoas no Pinterest são muito diferentes das de outros serviços. A plataforma é a forma ideal de gerar conhecimento de marca e aumentar engajamento com audiências que estão em um momento de planejamento.
Acredita-se que o diferencial da plataforma é transformar a inspiração em ação ao longo dessa jornada de busca de referências. Mais de 80% dos usuários do Pinterest estão no celular, então é um ótimo lugar para empresas alcançarem consumidores que estão navegando pela plataforma. Fazer compras na Amazon ou Google funciona quando você já sabe o que quer. Por termos conhecimento sobre intenção e indexação de imagens, estamos na frente no reconhecimento de objetos em uma imagem e fazer recomendações baseado em gosto dos usuários.


Cresce investimento de marcas em áudio digital

20 de novembro de 2017

Cresce investimento de marcas em áudio digital

Vamos falar de novidades? Ele é online, pode ser escutado ao vivo, ou off-line, em qualquer lugar e possui precisão melhor sobre o alcance. Essas são algumas das vantagens do áudio digital que, apesar de não estar totalmente consolidado no Brasil, busca provar sua eficiência ao mercado. Segundo as pesquisas publicadas recentemente pela MMA, associação sem fins lucrativos de mobile marketing, com patrocínio da Audio.ad, mostram o avanço do formato e o comportamento do consumidor.

As entrevistas foram feitas durante o ano de 2016 com cinco mil usuários de internet na América Latina e o resultado detalha o tipo de conteúdo, perfil do consumidor e por qual meio o áudio digital é consumido. Dos entrevistados brasileiros, 94% escutam áudio digital pela internet, serviços de streaming e demais mídias online. O conteúdo mais valorizado é a música, com 65% das respostas, e a faixa etária que faz mais uso do modelo é de 35 a 44 anos.


A pesquisa ainda apresenta a relevância do streaming: seis de cada dez entrevistados consomem áudio por meio dos players online. Em primeiro lugar está o Spotify (32%) e, em seguida, o SoundCloud (24%) e o Deezer (22%). 

O áudio digital também vem impulsionando outros mercados como o de mídia programática. De acordo com pesquisa do AdAge, em parceria com a Trade Desk, empresa que opera sistemas sob demanda com mídia programática, no ano ano passado um quarto dos atuais compradores de áudio digital fez negócios em programática e mais de um terço fará em 2018. “Você consegue medir a entrega completa do seu spot de áudio dentro do seu target, controlar frequência e medir com precisão o alcance da sua campanha. Esse modelo permite que a gente venda a escuta completa (modelo de venda por CPE – Custo por Escuta) sem dispersão”, afirma Tigre.

A associação também aponta para algumas tendências no consumo de áudio digital. Entre elas estão: o smart áudio, encontrado em assistentes pessoais como o Alexa, da Amazon, e o Google Home; podcasts, programa de rádio encontrado em plataformas de streaming como Spotify, Deezer e SoundCloud; geolocalização, para entregar um anúncio ao ouvinte quando ele estiver próximo do PDV do anunciante; áudio 3D, entre outros.

Para Fabiano Lobo, diretor de gerenciamento da MMA Latam, o smart radio é a tendência que melhor se encaixa no Brasil. “O segmento de dispositivos controlados por voz vive uma fase de amplo crescimento.”, afirma ele. Levantamentos mostram que 7% dos norte-americanos com mais de 12 anos já tem um smart speaker em casa. “Os propósitos são diversos, desde ouvir musica com mais qualidade, passando por substituir um aparelho e som antigo até organizar uma lista do que comprar e fazer search via voz”, completa. Ele acredita que o áudio digital é um segmento que tende a crescer significantemente em detrimento do aumento das pesquisas sobre Inteligencia Artificial.

Marcas crescem no Instagram e Youtube

14 de novembro de 2017

Marcas crescem no Instagram e Youtube

No trimestre passado as marcas apostaram em links e imagens para preencher suas páginas de visitas nas redes sociais, um estudo do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em parceria com a Socialbakers mostra que no período de julho a novembro, os vídeos ganharam mais força nesse meio.

Segundo o estudo realizado, as 100 maiores marcas que atuam nas redes sociais tinham no começo de 2017, cerca de 800 mil seguidores em seus perfis no Instagram, aplicativo voltado para fotos e vídeos. No atual trimestre, o número de seguidores aumentou em 22% para 980 mil. De acordo com o professor Thiago Costa, um dos pesquisadores do NiMD, esse crescimento se deu pelo uso do Stories, lançado em agosto de 2016.

Outra questão abordada pelo relatório demonstra que a preferência por vídeos é motivo de aumento nos inscritos nos canais das marcas analisadas no YouTube. Ocorreu um aumento de quase 85 mil no início do ano para mais de 110 mil assinantes no trimestre mais recente, aumento de 29%.

Já o Facebook, da mesma empresa e com as funções similares às do Instagram, sofreu queda nas interações e crescimento de seguidores. As marcas do segmento de Mídia e Notícias, decresceram em 10% nos comentários, reações e compartilhamentos. Elas acumulavam 10.311.273 interações entre janeiro e março deste ano e hoje contam com 9.274.236, a maior queda entre as páginas dos demais segmentos.


Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

10 de novembro de 2017


Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

Olá galera, como vocês estão?

Recentemente o Facebook relatou que dará possibilidade aos profissionais anunciantes que usem a localização dos usuários da plataforma para direcionar anúncios digitais no celular das pessoas que já visitaram suas lojas físicas ou de seus concorrentes.

Algumas empresas, como o Google por exemplo, oferecem mensuradores offline que ajudam anunciantes a decidir se querem anúncios online que serão convertidos em compras em lojas físicas, porém o Facebook agora colocará anúncios para usuários baseados em seus trajetos. Imagino que você está se perguntando como isso funcionará, é bem simples, esses anunciantes também podem comprar grupos maiores de audiências, chamadas “similares”, que se assemelham aos visitantes físicos em determinadas características, ou "trocam" as pessoas que tenham visitado varejistas — por promoções destinadas a novos clientes, por exemplo.

Segundo Gabriel Francis, diretor de vendas offline do Facebook essa função permite que os negócios fechem o ciclo dos anúncios. “Vinte anos atrás, durante o advento do anúncio online, nós vimos que as pessoas não queriam entender o impacto do digital nas vendas. Eles também queriam usar essas informações para encontrar os melhores consumidores e a taxa de conversão ideal e, assim, usar para melhorar seus anúncios para que fossem realmente eficientes e condizente com o que eles gastavam nele”, conta. 

Por mais que existam empresas como NinthDecimal, PlaceIQ e Placed, cujo oferecem serviços semelhantes aos do Facebook, Francis argumenta que nenhum deles atingem os dois bilhões de usuários da rede social.

A meta do Facebook neste momento é convencer os profissionais de marketing de que esses novos anúncios segmentados terão impacto de fato nas vendas consequentes — um desafio comum área da publicidade. 

Apesar de não parecer tão clara e exata em decorrência dos vários fatores em jogo, o KFC não parece desconfiar dos resultados. A empresa diz que conseguiu aumentar os gastos de consumidores por visita em torno de 50 centavos de dólar para US$ 2.

Tom Hassett, vice-presidente de mídia do Dick’s, disse que a empresa testou o produto por semanas com objetivo de atingir consumidores que visitavam a loja no verão para irem durante o inverno, e para criar uma audiência similar para trazer novas pessoas para a loja.



O Facebook descobre onde seus usuários estão por meio do GPS habilitado em seu celular. “Usamos essa informação para compreender a linha de base a fim de trazê-la de acordo com a população de usuários do Facebook”, disse Francis. “É uma estimativa das pessoas que têm serviços de localização habilitados, que é o principal dado que usamos”.

Facebook entrega anúncios por localização nos EUA

Consumo de vídeo na internet cresce 90% em três anos.

3 de outubro de 2017


Consumo de vídeo na internet.

Fala galera, tudo bem?


O consumo de vídeo no Brasil vem mudando de forma drástica. Essa é uma das conclusões de um levantamento inédito desenvolvido pela Provokers.



O levantamento coletou informações de uma amostragem com 1.500 participantes de todas as regiões do Brasil. Dentre as principais conclusões está o fato de que 86% desses participantes assistiram vídeos online ao menos uma vez no mês.

Consumo de vídeo na internet.
Segundo a pesquisa 83%, assistem vídeos na web para ver conteúdos que não  estão disponíveis na TV. Os consumidores chegaram ao momento onde desejam assistir conteúdos de seu próprio interesse. 87% dos brasileiros declaram estar conectados à web enquanto a TV está ligada. Na percepção dos consumidores, o YouTube, que chegou a 103 milhões de usuários no Brasil é usado nas ocasiões como “quando quero ver assuntos que amo”, “quando eu quero aprender sobre algo“ e “quando quero rir, me divertir”.


Redes sociais convertem anúncios em vendas?

30 de setembro de 2017

Redes sociais

Fala galera, tudo bem?!

Uma pesquisa divulgada no eMarketer, realizada pela CivicScience, mostrou que poucos consumidores americanos estão fazendo compras depois de verem um anúncio em uma rede social. O estudo obteve respostas de 1909 pessoas acima de 13 anos que são ativas na internet e identificou que apenas 1% dos entrevistados fizeram uma compra após verem um anúncio no Snapchat e 4% disseram que compraram após verem a publicidade no Instagram.

Rodrigo Tigre, sócio-diretor da RedMas, acredita que as redes sociais “pegam” os usuários em momentos que nem sempre são os ideais para conversão. “São de 3 a 4 minutos que você usa para conversar e se atualizar dos amigos, ver fotos de celebridades e influenciadores. É um momento em que o foco está muito ligado ao conteúdo, explica Tigre.

Para André Miceli, coordenador do MBA em digital da FGV, “durante muito tempo, as empresas de métricas entendiam que as taxas de conversão de 5% a 10% para redes sociais eram boas. E eu sempre achei uma taxa bastante alta se comparada ao e-mail marketing, por exemplo. Os números não são ruins, o mercado vive um momento de adequação”. Ele reforça que a diferença está na relevância do anúncio que é entregue. “Continuo acreditando que redes sociais são importantes para o comércio eletrônico. Mas parte dessa conversão depende da qualidade do anúncio”

Pela 5ª vez, Google e Apple seguem como mais valiosas

26 de setembro de 2017

Google e Apple

Fala galera, tudo bem?

Interbrand divulgou o resultado da 18ª edição do ranking “Best Global Brands” e dessa vez a Apple, a Google e a Microsoft são as três marcas mais valiosas do mercado. O ranking é construído com base em três características que contribuem para o valor da marca: Performance financeira de produtos e serviços; o papel da marca na decisão de compra do consumidor e a força da marca para garantir preço premium ou ganhos futuros para a empresa.

As cinco marcas que mais cresceram são Facebook (48%), Amazon (29%), Adobe (19%), Adidas (17%) e Starbucks (16%).

Segundo a Interbrand, essas marcas não estão no ranking pois não atendem aos critérios para entrar no rol das marcas globais mais valiosas. “Algumas possuem valor financeiro, porém não têm presença global”.



Facebook facilita captura e compartilhamento de fotos em 360º

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29 de agosto de 2017



Fala galera, tudo bem?

Imagens em 360 graus tendem a ser mais convidaditas que as usuais por não serem planas. A dinamicidade de colocar o usuário como parte da experiência e não só como espectador da vivência de um outro alguém capta atenções e gera engajamento.  A ferramenta também possibilita explorar conteúdos dessa forma mais próxima, o que por si só abre espaço para muitos temas serem abordados. Experiências em tempo real, bastidores de eventos, teasers, pré-lançamentos, enfim, as possibilidades são infinitas e as marcas estão se aproveitando disso.

Desde o lançamento no ano passado do recurso de Fotos em 360 graus, mais de 70 milhões de fotos 360 foram compartilhadas no Facebook globalmente. Agora, o Facebook anunciou uma maneira ainda mais fácil de capturar e compartilhar fotos em 360 graus diretamente do aplicativo do Facebook e sem a necessidade de câmeras ou apps dedicados.

As fotos 360 podem ser compartilhadas na linha do tempo, em álbuns ou grupos. Também há a possibilidade de zoom para fotos 360 e de marcar amigos ou utilizá-la
como uma foto de capa no seu perfil. Para atualizar sua foto de capa, você pode utilizar uma foto 360 salva em seu dispositivo móvel ou por meio da nova ferramenta de captura.

Como capturar e compartilhar Fotos 360
  • Procure o ícone 'Foto 360' no menu da barra de status para abrir esse recurso;
  • Pressione o botão azul e siga as instruções até você ter capturado uma imagem panorâmica completa em 360 graus;
  • Selecione sua "visualização inicial" preferida e, em seguida, compartilhe a imagem.


Eclipse solar será transmitido pelo Twitter e Facebook

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21 de agosto de 2017



Fala galera, tudo bem?

Nesta segunda-feira (21\08), em parceria com o canal The Weather Channel (@weatherchannel), o Twitter transmite ao vivo o eclipse solar a partir das 14h (horário de Brasília). Além disso, um emoji especial para a data será ativado ao utilizar a hashtag #Eclipse2017. O Facebook também não vai ficar de fora e vai utilizar imagens da Nasa para mostrar o evento. Além do feed na página da Nasa, o Facebook vai promover a transmissão ao vivo em 360 graus pelo Live, com resolução 4K. O livestream será totalmente interativo, para que o usuário possa olhar ao redor e sentir que está realmente acompanhando ao vivo o evento.



LinkedIn vai lançar opção para criar vídeos direto do aplicativo

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19 de agosto de 2017



Fala galera, tudo bem?

O LinkedIn deve lançar em breve uma ferramenta para a criação de filmes dentro de seu aplicativo, de acordo com o Mashable. O recurso está disponível apenas para heavy users no momento, mas em pouco tempo deve ser aberto para todos.

Os usuários com acesso ao recurso encontram um pequeno ícone para a gravação do vídeo, logo à esquerda do ícone da câmera que sempre esteve lá. O restante é muito simples e didático. Antes da atualização, os usuários já podiam anexar vídeos de suas bibliotecas na plataforma, mas não havia nenhuma opção para criar esse conteúdo dentro do próprio aplicativo.


Megapix vai exibir filmes no Facebook todos os sábados de agosto

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10 de agosto de 2017



Fala galera, tudo bem?!

O Canal Megapix vai exibir durante todos os sábados de agosto, filmes na íntegra em sua página no Facebook. A ação pensada e desenvolvida pela equipe de marketing do canal em parceria com o Facebook, funciona como uma espécie de “especial casado”, com o primeiro filme sendo transmitido na rede social e, na sequência, uma produção que se conecta com a anterior no canal linear. 
Para o próximo mês, a programação já foi definida:
Dia 12: “Especial Nicolas Cage”
- às 20h05: Vingança ao Anoitecer (no Facebook)
- às 22h: O Aprendiz De Feiticeiro (no Megapix)
Dia 19: “Especial Feras”
- às 19h55: A Bela e a Fera (no Facebook)
- às 22h: Wolverine – Imortal (no Megapix)
Dia 26: “Especial Ação de Tirar o Fôlego”
- às 20h: Linha de Frente (no Facebook)
- às 22h: Busca Implacável 2 (no Megapix)


Doritos leva bandas de garagem para o Rock In Rio 2017

8 de agosto de 2017



Fala galera, tudo bem?

Doritos volta ao Rock in Rio pela segunda vez e dessa vez chamou reforços. Além de ativações e participações no evento, a marca vai levar sete bandas anônimas para se apresentarem em seu espaço no festival, uma Garagem que será montada no gramado do evento.
A iniciativa busca promover o resgate da essência do Rock através das bandas de garagem e conversa diretamente com o posicionamento global “For The Bold”, que Doritos vem comunicando desde o começo deste ano. Confira abaixo o filme da campanha que tem a criação da AlmapBBDO:


As inscrições para participar da Garage Rock in Rio vão de 1º a 25 de agosto. O resultado do concurso sai em 31 de agosto. Para concorrer, basta que a banda grave um vídeo tocando uma música e envie no perfil da marca no Facebook. Todas as performances serão avaliadas por Thomas Roth, produtor musical.



Onde as marcas encontram a batida perfeita no Spotify?

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31 de julho de 2017



Fala galera, tudo bem?

Um som mais potente e cheio de batidas para acordar ou ir até a academia, uma cadência mais leve em momentos de relax ou um mix cheio de suingue e estilo para deixar as festas mais animadas... Sendo essa ou não a lógica e a ordem das coisas, é certo afirmar que a revolução digital deu trilha sonora para praticamente todos os momentos da vida. Em tempos de Spotify e outras plataformas de música via streaming, todos carregam suas canções no bolso, principalmente porque o smartphone é praticamente a extensão do corpo das pessoas.

Para decifrar o comportamento de consumo de música via streaming, e consequentemente ajudar as marcas a se comunicarem com as pessoas por meio de mensagens e os contextos mais assertivos possíveis, o Spotify realizou um grande estudo, baseado na análise dos mais de 100 milhões de usuários globais, além de pesquisas com pessoas de diferentes regiões do mundo. O objetivo é descobrir como seus hábitos de streaming se relacionam com sua vida offline, desde seus traços de personalidade e suas opiniões sobre marcas até seus comportamentos de compra.

Confira:








Confira aqui o texto completo.

A versão de TV do Facebook está quase pronta.

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27 de julho de 2017



Fala galera, tudo bem?

A versão de televisão do Facebook, projeto de conteúdos em vídeo que a plataforma financia, juntamente com parceiros de mídia, será lançada em meados de agosto. As informações são do site Boomberg.

Como os planos não são públicos, ainda conforme especulações, a empresa pediu a seus parceiros para ativarem os primeiros episódios de seus programas de destaque – conteúdo premium, que terão tempo semelhantes aos programas de televisão à cabo. Alguns dos programas de baixo custo já estão prontos, o que se fala é que estes serão semelhantes aos vídeos do YouTube. A marca também custeará programas estilo “televisão de ponta”, com custo mais alto, lançados futuramente no site.

O que se espera é que as atrações sejam exibidas fora do feed de notícias do usuário em uma nova seção de vídeos do próprio Facebook. De acordo a Bloomberg, o objetivo é fazer com que a rede social abocanhe parte dos US $ 71,3 bilhões, dinheiro que teoricamente seria destinado para a publicidade em televisão. A nova seção de vídeo oferecerá aos mais de 2 bilhões de usuários da rede social uma mistura de conteúdo gerado por scripts e pelos próprios usuários. O Facebook pretende fazer algo maior que o YouTube do Google, mas que não compita com produtores de vídeos como Netflix, HBO e Showtime.

A empresa contratou ex-executivos de TV e mídia para supervisionar sua incursão no universo de vídeo original e continua a expandir essa equipe. Em 2016, contratou o co-fundador do CollegeHumor, Ricky Van Veen, que admitiu que a empresa está explorando o conteúdo  de financiamento, incluindo programas "originais e licenciados sem scripts". Também contratou a ex-executiva da MTV, Mina Lefevre, que trabalhou no Teen Wolf e Scream para liderar seus esforços na criação de programas originais.

Vamos aguardar para ver né?

Tênis em homenagem a Nintendo tem botões de verdade

18 de julho de 2017






Fala galera, tudo bem?

Quem cresceu jogando Nintendo corre o risco de terminar de ler esta pauta e ir correndo atrás de informações de quanto, como ou onde é possível comprar estes tênis. Feitos sob medida pela Freaker Sneaks, o Jordan “NES” IV, além de ter botões reais no calcanhar de cada lado, tem nas línguas de ambos os lados etiquetas com os personagens de Super Mario Bros e Duck Hunt. O produto não tem ligação oficial com a Nintendo ou com a Nike.





Para mais informações, preencha o formulário de pedido clicando aqui.
Corram e peçam já o seu!


Brasil é o segundo país do mundo que mais confia na mídia

11 de julho de 2017

Brasil e mídia


Fala galera, tudo bem?

Em um mundo onde as mídias sociais passam a ser um dos principais canais de informação mundial, discussões sobre a importância da imprensa vêm à tona. Para verificar a credibilidade da mídia o mundo, o Instituto Reuters em parceria com a universidade de Oxford perguntou o quanto as pessoas confiam nos meios de comunicação.

As respostas resultaram no Relatório de Jornalismo Digital 2017 que mostra que 60% dos brasileiros acreditam nas notícias que leem, ouvem e que assumem a responsabilidade dos veículos na filtragem das informações que publicam. No ranking geral, o país perde apenas para a Finlândia onde 62% dos seus cidadãos creem no que é veiculado.

Em lugares desenvolvidos como Portugal, Polônia e Holanda os níveis de confiança são expressivos, mas nos Estados Unidos o índice é de apenas 38%. Entre as nações em desenvolvimento uma das piores colocações fica com a Coréia do Sul.


E vocês, confiam na Mídia?

Como o streaming revolucionou a música

7 de julho de 2017

Fala galera, tudo bem?
Um estudo Multishow Music Moods, mostra que o aumento do consumo musical provocou mudanças na lógica do mercado. Vamos conferir!

Nunca houve um ambiente tão propicio para o crescimento do mercado de música. O surgimento do streaming, com sua alta capacidade de distribuir conteúdo, representou mudanças significativas, tanto para plataformas quanto para consumidores e artistas. A constatação é da terceira edição do Multishow Music Moods, estudo realizado pela Box 1824 para o Multishow.

Relatório anual da Pró-Música Brasil constatou que serviços como Spotify, Apple Music e YouTube tiveram receita 52% maior no Brasil em 2016 e já rendem o triplo de mídias físicas como CD e DVD. O Spotify, que lidera esse mercado, já vale US$ 13 bilhões. 

O estudo considera um cenário em que, até 2020, 6 bilhões de pessoas estarão conectadas e 2/3 dessa população produzirão conteúdo. “Teremos conexões, interações e autonomia numa velocidade cada vez maior. Tudo está se transformando e se adaptando a essa nova realidade: a relação dos artistas com os fãs está cada vez mais próxima, o tempo entre o lançamento de uma música e seu sucesso (ou não), a reação da audiência e a própria receptividade do público para novas sonoridades”, diz Cristiane Stuart, gerente de marketing do Multishow.

O principal impacto do streaming nessa indústria foi o custo. A descentralização barateou o acesso e estimulou a produção. “A música é infinita. Não existe ninguém no mundo que conheça cinquenta por cento da música produzida mundialmente. Com a indústria descentralizada, novos artistas surgem e interagem com o público de forma dinâmica, rápida e sem intermediário”, diz um dos trechos do estudo.


Ainda de acordo com o levantamento, com a expansão dos ambientes de troca, produção e consumo e a desmaterialização da música , houve uma revolução no universo da música que marcou a “era da abundância musical”. O principal impacto dessas mudanças no cotidiano do consumidor é o aumento da receptividade musical com um repertório mais diversificado. Do lado do mercado, a abundância representa fim do controle que colabora com a proatividade dos artistas.



Diferenças e similaridades entre Instagram e Facebook

5 de julho de 2017

Fala galera, tudo bem?
Estudo da mLabs, empresa de gestão de redes sociais, divulgado nesta semana, apontou que as empresas têm usado mais o Instagram do que o Facebook. O motivo, segundo o estudo, é a efetividade de engajamento do Instagram. A constatação foi de que o Facebook, apesar de ter mais cliques nas publicações, não possui métricas de engajamento elevadas.
"É preciso considerar que há um número grande de microempreendedores que conta com o Instagram como sua principal plataforma de divulgação e até de vendas, o que faz com que a natureza de suas interações seja diferente, o que pode ser um fator importante para a diferença entre a quantidade de postagens por empresas”, diz Luciana Bazanella, profissional com passagens pela AG2 Nurun e atualmente consultora da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O próprio Facebook tem buscado orientar quanto às diferenças das motivações dos usuários de cada feed. Enquanto o usuário do Facebook está mais conectado ao que está acontecendo com seus amigos o usuário do Instagram está buscando inspiração. “Sendo assim, a tendência é que haja mais quantidade de posts, e, portanto, mais interação no Instagram”, diz Luciana.
Para Lopes, no Instagram ainda tem uma maioria que segue o conteúdo das marcas por “amor”, enquanto que o Facebook alcança muito mais pessoas. “Porém, o Instagram está mexendo muito, muito mesmo, no seu algoritmo, o que está incomodando muita gente e despertando preferência pela ferramenta do stories que parece ainda ser livre de interferências na seleção de conteúdo, acredito que o stories do Instagram pode e tende a ser para onde os ‘lovers’ migrarão.”, afirma.


Emojis em e-mail marketing: Usar ou não?

3 de julho de 2017




Fala galera, tudo bem?
Você usa emojis como uma forma de comunicação diariamente, mas tem receio de incorpora-los às campanhas de e-mail? Não tem certeza como pode ser interpretado? 


Uma pesquisa recente da Return Path revelou que os emojis podem incrementar o conjunto de estratégias das campanhas de e-mail marketing. O estudo “Emoji use in e-mail subject lines – a monthly guide to emojis and email”, mapeia o desempenho de campanhas em períodos significativos para o varejo ao longo do ano, comparando as métricas de mensagens cujas linhas de assunto contêm emojis, com aquelas construídas da maneira tradicional, apenas com textos.

Por meio do relatório da Return Path é possível saber, por exemplo, que emoji de lábios são eficientes em campanhas do Dia dos Namorados, enquanto a imagem de chave inglesa fez muito sucesso no Dia dos Pais. Por outro lado, a imagem com brinde de taças de champanhe não apresentou engajamento com os assinantes no período do Ano Novo.

    Aqui seis boas práticas para te ajudar a saber quando usar ou não emojis:
    1. Teste em uma pequena amostra– Inicie o uso de emojis em uma pequena amostra do seu mailing. Compare o desempenho enviando para outro grupo mensagens com linhas de assunto tradicionais.
    2. Não exagere –Evite utilizar vários emojis ao mesmo tempo e evite aqueles que são amplamente utilizados.
    3. Certifique-se de que a imagem utilizada faz sentido no contexto e na sua indústria –Um emoji que apresentou alta taxa de leitura no estudo da Return Path pode não ser eficiente em suas campanhas. Para evitar erros, esteja ciente da identidade da marca da sua empresa e tenha cuidado com a utilização de cada emoji. Evite que o uso da imagem seja encarado como uma brincadeira de mau gosto.
    4. Certifique-se de que os emojis sejam visualizados com perfeição –Enquanto um emoji pode fazer com que o e-mail seja aberto, é provável que os assinantes excluam mensagens cuja linha de assunto tenha um emoji desconfigurado. Verifique se os emojis que você está usando são suportados pelos provedores de caixa de correio e dispositivos que seus assinantes usam.
    5. Saiba qual é o destino dos seus e-mails –Antes de concluir se o uso de emoji foi um sucesso ou um erro, certifique-se de estar mapeando se as mensagens estão alcançando a caixa de entrada e sendo abertas.
    6. Veja como seus concorrentes estão usando os emojis –Existem muitas opções quando se trata de usar emojis em linhas de assunto de e-mail, então fique atento ao uso das imagens pelas demais marcas no mercado, principalmente seus concorrentes diretos. Esta é uma forma de se inspirar ou evitar erros.

    Google testa formatos de publicidade em VR

    29 de junho de 2017

    Google VR


    Fala galera, tudo bem?
    Essa é para quem curte um VR hein!

    A Área 120, workshop interno do Google para idéias experimentais, está trabalhando num projeto especial. Focada nos desenvolvedores que estão em busca de como ganhar dinheiro para financiar seus aplicativos VR, a equipe começou a experimentar um formato de native ad em realidade virtual.
    Desenvolvedores e usuários relataram que querem evitar experiências disruptivas e com VR difíceis de implementar. Portanto, a primeira idéia para um formato potencial apresenta um cubo para usuários, ao toca-lo ou observá-lo por alguns segundos, ele abre um player onde o usuário pode assistir e depois fechar o vídeo facilmente. 
    Se você é um desenvolvedor de VR (ou quer ser um) e está interessado em testar este formato, o Google liberou um formulário para solicitar o programa de acesso antecipado.

    Youtube anuncia a exibição dos vídeos na vertical em tela cheia

    28 de junho de 2017



    Fala galera, tudo bem?


    O YouTube anunciou novidades no seu aplicativo. Enquanto a plataforma consegue reproduzir vídeos verticais em modo de tela cheia há alguns anos, a atualização permite que o aplicativo exiba melhor o vídeo vertical, no mini-player, o que significa que você pode rolar para baixo e ver comentários ou vídeos relacionados. Na verdade, o YouTube diz que o vídeo irá "se adaptar dinamicamente a qualquer tamanho que você escolher para assistir", então outros índices também verão uma melhoria (como assistir a um vídeo em um tablet de 3:2).
    Outra novidade é a ferramenta que possibilitará uma nova forma para compartilhar e comentar em tempo real no próprio Youtube. Nela, você poderá interagir com seus amigos, enviando vídeos e trocando mensagens, como no WhatsApp, sem precisar sair do Youtube. 

    Gostaram?! Vai ser bacana hein!


     
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