Onde as marcas encontram a batida perfeita no Spotify?

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31 de julho de 2017



Fala galera, tudo bem?

Um som mais potente e cheio de batidas para acordar ou ir até a academia, uma cadência mais leve em momentos de relax ou um mix cheio de suingue e estilo para deixar as festas mais animadas... Sendo essa ou não a lógica e a ordem das coisas, é certo afirmar que a revolução digital deu trilha sonora para praticamente todos os momentos da vida. Em tempos de Spotify e outras plataformas de música via streaming, todos carregam suas canções no bolso, principalmente porque o smartphone é praticamente a extensão do corpo das pessoas.

Para decifrar o comportamento de consumo de música via streaming, e consequentemente ajudar as marcas a se comunicarem com as pessoas por meio de mensagens e os contextos mais assertivos possíveis, o Spotify realizou um grande estudo, baseado na análise dos mais de 100 milhões de usuários globais, além de pesquisas com pessoas de diferentes regiões do mundo. O objetivo é descobrir como seus hábitos de streaming se relacionam com sua vida offline, desde seus traços de personalidade e suas opiniões sobre marcas até seus comportamentos de compra.

Confira:








Confira aqui o texto completo.

A versão de TV do Facebook está quase pronta.

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27 de julho de 2017



Fala galera, tudo bem?

A versão de televisão do Facebook, projeto de conteúdos em vídeo que a plataforma financia, juntamente com parceiros de mídia, será lançada em meados de agosto. As informações são do site Boomberg.

Como os planos não são públicos, ainda conforme especulações, a empresa pediu a seus parceiros para ativarem os primeiros episódios de seus programas de destaque – conteúdo premium, que terão tempo semelhantes aos programas de televisão à cabo. Alguns dos programas de baixo custo já estão prontos, o que se fala é que estes serão semelhantes aos vídeos do YouTube. A marca também custeará programas estilo “televisão de ponta”, com custo mais alto, lançados futuramente no site.

O que se espera é que as atrações sejam exibidas fora do feed de notícias do usuário em uma nova seção de vídeos do próprio Facebook. De acordo a Bloomberg, o objetivo é fazer com que a rede social abocanhe parte dos US $ 71,3 bilhões, dinheiro que teoricamente seria destinado para a publicidade em televisão. A nova seção de vídeo oferecerá aos mais de 2 bilhões de usuários da rede social uma mistura de conteúdo gerado por scripts e pelos próprios usuários. O Facebook pretende fazer algo maior que o YouTube do Google, mas que não compita com produtores de vídeos como Netflix, HBO e Showtime.

A empresa contratou ex-executivos de TV e mídia para supervisionar sua incursão no universo de vídeo original e continua a expandir essa equipe. Em 2016, contratou o co-fundador do CollegeHumor, Ricky Van Veen, que admitiu que a empresa está explorando o conteúdo  de financiamento, incluindo programas "originais e licenciados sem scripts". Também contratou a ex-executiva da MTV, Mina Lefevre, que trabalhou no Teen Wolf e Scream para liderar seus esforços na criação de programas originais.

Vamos aguardar para ver né?

Tênis em homenagem a Nintendo tem botões de verdade

18 de julho de 2017






Fala galera, tudo bem?

Quem cresceu jogando Nintendo corre o risco de terminar de ler esta pauta e ir correndo atrás de informações de quanto, como ou onde é possível comprar estes tênis. Feitos sob medida pela Freaker Sneaks, o Jordan “NES” IV, além de ter botões reais no calcanhar de cada lado, tem nas línguas de ambos os lados etiquetas com os personagens de Super Mario Bros e Duck Hunt. O produto não tem ligação oficial com a Nintendo ou com a Nike.





Para mais informações, preencha o formulário de pedido clicando aqui.
Corram e peçam já o seu!


Brasil é o segundo país do mundo que mais confia na mídia

11 de julho de 2017

Brasil e mídia


Fala galera, tudo bem?

Em um mundo onde as mídias sociais passam a ser um dos principais canais de informação mundial, discussões sobre a importância da imprensa vêm à tona. Para verificar a credibilidade da mídia o mundo, o Instituto Reuters em parceria com a universidade de Oxford perguntou o quanto as pessoas confiam nos meios de comunicação.

As respostas resultaram no Relatório de Jornalismo Digital 2017 que mostra que 60% dos brasileiros acreditam nas notícias que leem, ouvem e que assumem a responsabilidade dos veículos na filtragem das informações que publicam. No ranking geral, o país perde apenas para a Finlândia onde 62% dos seus cidadãos creem no que é veiculado.

Em lugares desenvolvidos como Portugal, Polônia e Holanda os níveis de confiança são expressivos, mas nos Estados Unidos o índice é de apenas 38%. Entre as nações em desenvolvimento uma das piores colocações fica com a Coréia do Sul.


E vocês, confiam na Mídia?

Como o streaming revolucionou a música

7 de julho de 2017

Fala galera, tudo bem?
Um estudo Multishow Music Moods, mostra que o aumento do consumo musical provocou mudanças na lógica do mercado. Vamos conferir!

Nunca houve um ambiente tão propicio para o crescimento do mercado de música. O surgimento do streaming, com sua alta capacidade de distribuir conteúdo, representou mudanças significativas, tanto para plataformas quanto para consumidores e artistas. A constatação é da terceira edição do Multishow Music Moods, estudo realizado pela Box 1824 para o Multishow.

Relatório anual da Pró-Música Brasil constatou que serviços como Spotify, Apple Music e YouTube tiveram receita 52% maior no Brasil em 2016 e já rendem o triplo de mídias físicas como CD e DVD. O Spotify, que lidera esse mercado, já vale US$ 13 bilhões. 

O estudo considera um cenário em que, até 2020, 6 bilhões de pessoas estarão conectadas e 2/3 dessa população produzirão conteúdo. “Teremos conexões, interações e autonomia numa velocidade cada vez maior. Tudo está se transformando e se adaptando a essa nova realidade: a relação dos artistas com os fãs está cada vez mais próxima, o tempo entre o lançamento de uma música e seu sucesso (ou não), a reação da audiência e a própria receptividade do público para novas sonoridades”, diz Cristiane Stuart, gerente de marketing do Multishow.

O principal impacto do streaming nessa indústria foi o custo. A descentralização barateou o acesso e estimulou a produção. “A música é infinita. Não existe ninguém no mundo que conheça cinquenta por cento da música produzida mundialmente. Com a indústria descentralizada, novos artistas surgem e interagem com o público de forma dinâmica, rápida e sem intermediário”, diz um dos trechos do estudo.


Ainda de acordo com o levantamento, com a expansão dos ambientes de troca, produção e consumo e a desmaterialização da música , houve uma revolução no universo da música que marcou a “era da abundância musical”. O principal impacto dessas mudanças no cotidiano do consumidor é o aumento da receptividade musical com um repertório mais diversificado. Do lado do mercado, a abundância representa fim do controle que colabora com a proatividade dos artistas.



Diferenças e similaridades entre Instagram e Facebook

5 de julho de 2017

Fala galera, tudo bem?
Estudo da mLabs, empresa de gestão de redes sociais, divulgado nesta semana, apontou que as empresas têm usado mais o Instagram do que o Facebook. O motivo, segundo o estudo, é a efetividade de engajamento do Instagram. A constatação foi de que o Facebook, apesar de ter mais cliques nas publicações, não possui métricas de engajamento elevadas.
"É preciso considerar que há um número grande de microempreendedores que conta com o Instagram como sua principal plataforma de divulgação e até de vendas, o que faz com que a natureza de suas interações seja diferente, o que pode ser um fator importante para a diferença entre a quantidade de postagens por empresas”, diz Luciana Bazanella, profissional com passagens pela AG2 Nurun e atualmente consultora da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O próprio Facebook tem buscado orientar quanto às diferenças das motivações dos usuários de cada feed. Enquanto o usuário do Facebook está mais conectado ao que está acontecendo com seus amigos o usuário do Instagram está buscando inspiração. “Sendo assim, a tendência é que haja mais quantidade de posts, e, portanto, mais interação no Instagram”, diz Luciana.
Para Lopes, no Instagram ainda tem uma maioria que segue o conteúdo das marcas por “amor”, enquanto que o Facebook alcança muito mais pessoas. “Porém, o Instagram está mexendo muito, muito mesmo, no seu algoritmo, o que está incomodando muita gente e despertando preferência pela ferramenta do stories que parece ainda ser livre de interferências na seleção de conteúdo, acredito que o stories do Instagram pode e tende a ser para onde os ‘lovers’ migrarão.”, afirma.


Emojis em e-mail marketing: Usar ou não?

3 de julho de 2017




Fala galera, tudo bem?
Você usa emojis como uma forma de comunicação diariamente, mas tem receio de incorpora-los às campanhas de e-mail? Não tem certeza como pode ser interpretado? 


Uma pesquisa recente da Return Path revelou que os emojis podem incrementar o conjunto de estratégias das campanhas de e-mail marketing. O estudo “Emoji use in e-mail subject lines – a monthly guide to emojis and email”, mapeia o desempenho de campanhas em períodos significativos para o varejo ao longo do ano, comparando as métricas de mensagens cujas linhas de assunto contêm emojis, com aquelas construídas da maneira tradicional, apenas com textos.

Por meio do relatório da Return Path é possível saber, por exemplo, que emoji de lábios são eficientes em campanhas do Dia dos Namorados, enquanto a imagem de chave inglesa fez muito sucesso no Dia dos Pais. Por outro lado, a imagem com brinde de taças de champanhe não apresentou engajamento com os assinantes no período do Ano Novo.

    Aqui seis boas práticas para te ajudar a saber quando usar ou não emojis:
    1. Teste em uma pequena amostra– Inicie o uso de emojis em uma pequena amostra do seu mailing. Compare o desempenho enviando para outro grupo mensagens com linhas de assunto tradicionais.
    2. Não exagere –Evite utilizar vários emojis ao mesmo tempo e evite aqueles que são amplamente utilizados.
    3. Certifique-se de que a imagem utilizada faz sentido no contexto e na sua indústria –Um emoji que apresentou alta taxa de leitura no estudo da Return Path pode não ser eficiente em suas campanhas. Para evitar erros, esteja ciente da identidade da marca da sua empresa e tenha cuidado com a utilização de cada emoji. Evite que o uso da imagem seja encarado como uma brincadeira de mau gosto.
    4. Certifique-se de que os emojis sejam visualizados com perfeição –Enquanto um emoji pode fazer com que o e-mail seja aberto, é provável que os assinantes excluam mensagens cuja linha de assunto tenha um emoji desconfigurado. Verifique se os emojis que você está usando são suportados pelos provedores de caixa de correio e dispositivos que seus assinantes usam.
    5. Saiba qual é o destino dos seus e-mails –Antes de concluir se o uso de emoji foi um sucesso ou um erro, certifique-se de estar mapeando se as mensagens estão alcançando a caixa de entrada e sendo abertas.
    6. Veja como seus concorrentes estão usando os emojis –Existem muitas opções quando se trata de usar emojis em linhas de assunto de e-mail, então fique atento ao uso das imagens pelas demais marcas no mercado, principalmente seus concorrentes diretos. Esta é uma forma de se inspirar ou evitar erros.

     
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