Redes sociais convertem anúncios em vendas?

30 de setembro de 2017

Redes sociais

Fala galera, tudo bem?!

Uma pesquisa divulgada no eMarketer, realizada pela CivicScience, mostrou que poucos consumidores americanos estão fazendo compras depois de verem um anúncio em uma rede social. O estudo obteve respostas de 1909 pessoas acima de 13 anos que são ativas na internet e identificou que apenas 1% dos entrevistados fizeram uma compra após verem um anúncio no Snapchat e 4% disseram que compraram após verem a publicidade no Instagram.

Rodrigo Tigre, sócio-diretor da RedMas, acredita que as redes sociais “pegam” os usuários em momentos que nem sempre são os ideais para conversão. “São de 3 a 4 minutos que você usa para conversar e se atualizar dos amigos, ver fotos de celebridades e influenciadores. É um momento em que o foco está muito ligado ao conteúdo, explica Tigre.

Para André Miceli, coordenador do MBA em digital da FGV, “durante muito tempo, as empresas de métricas entendiam que as taxas de conversão de 5% a 10% para redes sociais eram boas. E eu sempre achei uma taxa bastante alta se comparada ao e-mail marketing, por exemplo. Os números não são ruins, o mercado vive um momento de adequação”. Ele reforça que a diferença está na relevância do anúncio que é entregue. “Continuo acreditando que redes sociais são importantes para o comércio eletrônico. Mas parte dessa conversão depende da qualidade do anúncio”

Pela 5ª vez, Google e Apple seguem como mais valiosas

26 de setembro de 2017

Google e Apple

Fala galera, tudo bem?

Interbrand divulgou o resultado da 18ª edição do ranking “Best Global Brands” e dessa vez a Apple, a Google e a Microsoft são as três marcas mais valiosas do mercado. O ranking é construído com base em três características que contribuem para o valor da marca: Performance financeira de produtos e serviços; o papel da marca na decisão de compra do consumidor e a força da marca para garantir preço premium ou ganhos futuros para a empresa.

As cinco marcas que mais cresceram são Facebook (48%), Amazon (29%), Adobe (19%), Adidas (17%) e Starbucks (16%).

Segundo a Interbrand, essas marcas não estão no ranking pois não atendem aos critérios para entrar no rol das marcas globais mais valiosas. “Algumas possuem valor financeiro, porém não têm presença global”.



 
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