As empresas em que os criativos sonham em trabalhar

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27 de dezembro de 2017

As empresas em que os criativos sonham em trabalhar

Vamos falar de sonho? Quem aí nunca pensou em trabalhar em uma grande multinacional simplesmente "criando"? Então venham conferir as empresas mais citadas no ramo.

Pelo quarto ano consecultivo, a rede criativa Working Not Working, dos Estados Unidos, divulgou a lista das “Companies Creatives Would Kill to Work Full Time”, que nada mais, nada menos representa as empresas dos sonhos para os profissionais que atuam na indústria criativa. A lista engloba agências, empresas de tecnologia, varejistas e agências de design.

Vinte companhias são citadas pelos criativos desde a primeira edição do ranking. Entre elas estão as agências 72andSunny, Barton F. Graf, Droga5, BBDO, Mother e Wieden + Kennedy. Entre as gigantes de tecnologia, sempre fizeram parte da lista Airbnb, Apple, Google, Nasa e SpaceX. Entre as empresas de design, figuraram nas quatro edições da lista a Ideo, Pentagram, Sagmeister & Walsh e Buck. Já entre as empresas de entretenimento, a Disney & Pixar sempre permeia os sonhos dos criativos.

Sete companhias apareceram na lista pela primeira vez: Instagram, Chandelier Creative, Collins, Everlane, Mailchimp e Mediamonks. Confira no gráfico as companhias dos sonhos dos executivos em 2017:

As empresas em que os criativos sonham em trabalhar
         

O profissional de social média no Brasil

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19 de dezembro de 2017

O profissional de social média no Brasil


Quais as características da profissão de social media? Quem são esses profissionais? E quais as plataformas eles usam?  Esses são alguns questionamentos que são colocados em foco no levantamento que se propõe a mapear quem é o profissional de inteligência de mídias sociais no Brasil.

De acordo com um levantamento realizado este ano,foi identificado que há demanda da área por aderência das ferramentas às necessidades dos profissionais, maior compreensão do trabalho por parte dos stakeholders, diversidade de escolas e cursos e melhores referências salariais.

O profissional de social média no Brasil

Segundo o levantamento, 26% trabalham metade do tempo focados na área e 21% trabalham a menor parte do tempo focados na área, ou seja, 47% não se dedicam exclusivamente à função. A maioria desses profissionais é formada em publicidade ou jornalismo, 46%. Sobre a rotatividade da área, 33% dos trabalhadores mudaram de empresa uma vez nos últimos três anos, sendo os principais motivos: salário e aprendizado. A média salarial almejada é 55% superior ao salário atual.

O planejamento e a execução são as atividades que tomam mais tempo para 48% desses profissionais. Chama atenção o fato de atividades de análise tomarem menos tempo, já que 42% são analistas. Algumas hipóteses são levantadas diante deste resultado: a atividade de análise está automatizada, a execução toma o tempo da análise, ou a análise é feita ao longo da execução.

Ainda foi identificado que 54% dos profissionais da área buscam outros cursos para complementar seus conhecimentos. Ao todo, 119 cursos foram citados, sendo a maior parte voltada às atividades de monitoramento e métricas, seguidas por etnografia e análise de redes. Os conhecimentos também são adquiridos por meio de materiais online 49%, livros e e-books 30%, palestras e eventos 26%. No mapeamento sobre as ferramentas mais utilizadas aparecem a plataforma brasileira Stilingue, o  Google Analytics, Scup, Facebook Insights e SocialBakers entre as preferidas.

O profissional de social média no Brasil

 
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