As mudanças no Facebook e o marketing de influência

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30 de janeiro de 2018

 El Tango

Alcance maior de usuários na plataforma pode dar mais atenção aos influenciadores

Na segunda semana de janeiro, Mark Zuckerberg trouxe um novo desafio para marcas e veículos de mídia que utilizam o Facebook para se comunicarem com seus consumidores: a rede social passou a dar  prioridade à publicações de amigos e famílias dos usuários em detrimentos de páginas de empresas no feed de notícias.

A novidade, apesar de representar uma perda de alcance para muitos, abriu portas para um grupo que ainda não faz uso tão constante da rede: os influenciadores. Normalmente adjetivados como youtubers ou instagramers, os criadores de conteúdo há muito fazem sucesso nas redes sociais. No entanto, o Facebook, apesar de ter mais de dois bilhões de usuários, não é tão relevante para seus seguidores quanto às demais redes sociais como o YouTube, o Instagram e o Twitter. Muitos criam uma página oficial na plataforma para ganhar o título de Figura Pública no Instagram, rede da qual o Facebook é dono desde 2012.
Esses fatores, para Fabio Utumi, cofundador e diretor executivo da IQ Agenciamento, fazem com que muitos deles não tenham familiaridade suficiente para interagir com a plataforma. “O Facebook é uma plataforma gigantesca, que ainda é bastante subutilizada por alguns influenciadores. Muitos deles ainda sequer atingiram uma maturidade na interação com a plataforma, principalmente aqueles que se tornaram conhecidos em outras redes sociais”, declara.
Ainda assim, segundo Utumi, o anúncio de Zuckerberg pode permitir que os criadores cresçam na plataforma e tenham uma relação ainda mais estreita com as agências e anunciantes que poderão contar com o alcance maior dessas personalidades para divulgar seus produtos e serviços. Já que, como Carlos Tristan, CMO e cofundador da Squid, aponta, a preferência das marcas quando procuram influenciadores para campanhas ainda é por conteúdo patrocinado no Instagram seguido pelo YouTube.
“Teremos um menor congestionamento de postagens de empresas de mídia, tornando nossa navegação mais limpa no sentido de acompanharmos somente postagens de pessoas que admiramos”, explica Gian Barbera, COO da iFruit.


Autenticidade e inovação

Para essa nova era do Facebook, os princípios para colaborar com os creators segue o mesmo que vem sendo discutido na publicidade nos últimos anos: co-criação. “A estrela principal é sempre o influenciador dentro do contato com seguidores”, diz Barbera. O executivo defende que quanto mais orgânica, integrada e sutil a comunicação estiver, mais engajada e verdadeira será a campanha.

Utumi explica que é fundamental que as agências e anunciantes estejam em contato com o protagonista da campanha, pois é ele quem conhece seus seguidores e sabe como atingi-los da maneira certa. “Tanto as agências como as marcas estão, cada vez mais, entendendo o tamanho da importância dos influenciadores em suas campanhas, como também estão dando abertura para que os criadores auxiliem na criação dessas campanhas. É de total interesse do influenciador que a campanha funcione para a marca, da mesma forma que é fundamental que a marca tenha simetria com o discurso pregado pelo influenciador em seus conteúdos, para que haja credibilidade naquela ação”, diz.

“É de total interesse do influenciador que a campanha funcione para a marca, da mesma forma que é fundamental que a marca tenha simetria com o discurso pregado pelo influenciador”, diz Fabio Utumi, cofundador e diretor executivo IQ Agenciamento

Tanto Utimi e Barbera acreditam que a um dos formatos mais atrativos para trabalhar com os influenciadores é o vídeo. Enquanto o diretor executivo da iFruit aposta em vídeos bem produzidos e diferentes, Barbera acredita que o formato “Live” da plataforma traz dois resultados satisfatórios: é inovador e gera diálogo.
Por outro lado, o CMO da Squid, não crê que o apelo pelo audiovisual seja tão grande na plataforma. Junto com as publicações de marcas e veículos de mídia, o Facebook também incluiu os vídeos quando optou por dar prioridade a publicações dos usuários. Mais anteriormente, em janeiro, a plataforma anunciou que favoreceria aos vídeos longos. “O Instagram é a rede social mais visual, onde as pessoas buscam por imagens e conteúdos inspiradores. No YouTube, os conteúdos são mais longos, tutoriais, vídeos explicativos, entre outros conteúdos super relevantes. Já o Facebook tem uma proposta diferente, é a rede social que todos estão conectados, o apelo visual é menor, mas a demanda e procura por conteúdos é muito alta”, afirma.


Menores, interativos e engajados

Os executivos indicam a colaboração com influenciadores de nicho para atingir uma audiência qualificada. “Percebemos que mensagens mais técnicas são transmitidas com mais sucesso no Facebook. Já fizemos uma campanha com caminhoneiros que precisavam transmitir informações bem específicas sobre o nicho. Temos também outro case sobre assistência técnica e troca de peças de eletrodomésticos”, exemplifica Tristan. “A expertise do influenciador sobre o que funciona para sua audiência é fundamental para que o cliente atinja seus objetivos, utilizando-se daquele criador de conteúdo”, completa Utimi.

Para Barbera, é o engajamento que deve definir o tipo de influenciador com quem trabalhar. Ele recomenda que as agências e anunciantes colaborem com influenciadores e temas que gerem diálogo e interação na rede social. “Não existe uma formula do sucesso, mas alguns perfis de bastante relevância e sucesso são aqueles que provocam algum tipo de debate em temas que tragam as pessoas algum tipo de conhecimento e aprendizado ou também que apoiam uma determinada causa”, afirma.

Na busca por engajamento, também estão os microinfluenciadores que, apesar de ter um número de seguidores menor, tem maior engajamento, conforme comprovado em pesquisa realizada com pelo youPix, GfK e Airstrip que aponta que os criadores de conteúdo com 400 a 500 seguidores geram engajamento de 7,8% de sua base, enquanto aqueles que tem 900 mil e 1,1 milhão engajam somente 1,8% da sua base.

Independentemente do número de seguidores e assunto por qual o criador de conteúdo é reconhecido, os executivos concordam que o influenciador deve ser autêntico e seguir uma estratégia em sua página. “É muito importante que o criador de conteúdo tenha uma estratégia clara de atuação em cada rede social, que obviamente deve sofrer atualizações durante o ano de acordo com os resultados obtidos. A estratégia não deve ser engessada, e pode ser atualizada de tempos em tempos. Mas é importantíssimo ter uma, o que nem sempre acontece”, declara Fábio Utumi.



YouTube cria novas regras para monetização

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26 de janeiro de 2018

Monetização no You Tube
Hora exibida de vídeo e número minimo de inscritos no canal passam a ser parâmetros para a monetização (Foto: Denise Tadei)

Alegando a intenção de proteger empresas, o Google anunciou, nesta terça-feira, 16 de Janeiro, novas medidas para monetização no YouTube. Após pressões de agências e marcas para impedir que vídeos publicitários apareçam ao lado de conteúdo violento ou impróprio, a empresa propõe um novo recorte para credenciar produtores de conteúdo à monetização.

Em carta aberta, ainda na terça-feira, 16, Paul Muret, VP de display, vídeo & analytics do Google, reconhece que o ano de 2017 foi desafiador para a plataforma, mas o principal objetivo é “proteger usuários, anunciantes e criadores certificando-se de que o YouTube não seja um lugar que possa ser cooptado por atores ruins. Após uma cuidadosa consideração e conversações prolongadas com anunciantes e criadores, estamos fazendo grandes mudanças no processo que determina quais canais podem exibir anúncios no YouTube.”

A partir de agora, segundo Muret, o novo parâmetro para que canais novos integrem o Programa de Parcerias do YouTube será o mínimo de mil inscritos e quatro mil horas de visualização nos últimos 12 meses em vídeos postados. Já para os canais existentes, as novas diretrizes passam a valer a partir de 20 de fevereiro de 2018. O Google alerta que quem não cumprir os requisitos terá 30 dias para atingir a meta ou perderá a monetização.

Os desafios que enfrentamos em 2017 nos ajudaram a fazer mudanças duras, mas necessárias, em 2018. 

“O tamanho sozinho não é suficiente para determinar se um canal é adequado para publicidade. Nós acompanharemos de perto os sinais como ataques de comunidade, spam e outros alertas de abuso para garantir que eles cumpram nossas políticas. Ambos os canais YPP novos e existentes serão automaticamente avaliados sob este critério rígido”, diz Muret.

Muret relembrou que, no ano passado, o Google já havia criado novas regras para proteger os anunciantes de conteúdo impróprio. “Sabemos que precisamos fazer mais para garantir que seus anúncios funcionem ao lado de conteúdo que reflita seus valores. Como mencionamos em dezembro, precisávamos de uma nova abordagem para anunciar no YouTube”, escreve.

Outras mudanças serão feitas no Google Preferred para que ele não ofereça apenas o conteúdo mais popular no YouTube, mas também o mais procurado. “Criamos o Google Preferred para superar os canais mais interessantes do YouTube e para ajudar nossos clientes a alcançarem facilmente o público mais apaixonado. Os canais incluídos no Google Preferred serão revisados manualmente e os anúncios só serão exibidos em vídeos que foram verificados para atender às nossas diretrizes favoráveis ao anúncio”, afirmou.

Por fim, ele comunicou que o Google começou a trabalhar com fornecedores confiáveis para fornecer relatórios de segurança de marcas de terceiros no YouTube. “Estamos atualmente em uma versão beta com a Integral Ad Science (IAS) e estamos planejando iniciar um beta com o DoubleVerify em breve. Também estamos explorando parcerias com OpenSlate, ComScore e Moat e estamos ansiosos para expandir nossas ofertas de medição de terceiros ao longo do ano”, escreveu.

Prêmio Multishow inaugura categoria para web e patrocinador

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19 de janeiro de 2018



É nítida a mudança do Multishow em direção digital. Colecionando projetos como o “Só pra parodiar”, com o youtuber Mr. Poladoful, o TVZ com participação dos usuários do Musical.ly e, mais recentemente, com as ativações do programa Lady Night exclusivas para as redes sociais, o canal da Globosat tem encontrado alternativas para chamar o público alvo que hoje se encontra disperso entre aplicativos para a programação voltada ao humor e interação com os telespectadores. Adicionado a essa combinação, a 24ª edição do Prêmio Multishow ganhou uma nova categoria a parte das seis existentes: melhor cover da web.A categoria, segundo Tatiana Costa, diretora de programação e novas mídias do Multishow, foi criada para integrar essas duas telas. “É um dos assuntos mais bombados na web e abre espaço para novos artistas”, explica. A vencedora entre Ana Gabriela, Gabi Luthai, Luisa Sonza, Mari Nolasco e Thayná Bittencourt será anunciada primeiro nas transmissões multitelas que o veículo prepara para esse ano e apresentará seu cover indicado em conjunto com o artista original da música.O outro prêmio estreante na programação do evento é patrocinado pela Fiat, que premiará um dos novos artistas que se destacaram esse ano (Anavitória, Arthur Aguiar, Iza, Pabllo Vittar e Gustavo Mioto) com a categoria “Fiat Argo Experimente”. Além da marca de carros,  Sprite e iFood marcam presença no Prêmio Multishow, esta última com uma ação de merchandising feita por Tatá Werneck durante a apresentação. As ações foram pensadas em parceria com a VIU, unidade de negócios digitais da Globosat.

Além das categorias, a edição terá também  uma nova estratégia de transmissão, consolidada com a cobertura do Rock In Rio deste ano. Neste ano, a cobertura conta com um “esquenta” ao vivo no canal Música Multishow no YouTube e será apresentada por influenciadores digitais, que participarão de entrevistas e brincadeiras com os músicos no evento. Em seguida, Gretchen e Gominho assumem a live nos bastidores do Prêmio, cobrindo o palco e entrevistando artistas.“Percebemos que os jovens vieram para o linear e precisamos entender os hábitos dos públicos que estão nessas plataformas. O Multishow vai muito além de um canal de televisão: é uma marca que está em todos os lugares e a qualquer momento. É muito legal pode multiplicar essa história e o resultado do Rock In Rio só coroou um trabalho que a gente vem fazendo ao longo dos anos”, declara Tatiana.Mais uma vez o Prêmio Multishow conta com a apresentação de Fábio Porchat e Tatá Werneck. Entre as categorias, oito delas estão disponíveis para votação popular no site do canal (Melhor Cantor; Melhor Cantora; Melhor Grupo; Melhor Show; Melhor Música; Melhor Música Chiclete; Fiat Argo Experimente e Melhor Cover da Web). Já as demais categorias (Disco/Melhor Capa; Disco/Melhor Produtor; Disco/Melhor Gravação; Clipe/Melhor Direção; Revelação; Canção do Ano e​ Melhor Disco) serão avaliadas por um Superjuri composto por por aproximadamente 100 especialistas em música, entre jornalistas, críticos, músicos e profissionais da indústria fonográfica. O resultado das três últimas categorias será exibido num debate ao vivo, durante a premiação, com transmissão pelo Canal BIS e site do Multishow.


As metamorfoses vividas pelo Instagram

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16 de janeiro de 2018



Desde agosto de 2016, o Instagram deixou de ser um aplicativo com vocação para imagens para focar-se em conteúdo efêmero e vídeo ao vivo. Desde então, a dinâmica de transformação, lançamento de ferramentas e teste de formatos foi intensa para a empresa de propriedade do Facebook.

Em setembro de 2017, por exemplo, o app chegou a 800 milhões de usuários ativos por mês e 500 milhões por dia. Foi ele um dos responsáveis pelas dificuldades do Snapchat, que trouxe o formato original de conteúdo efêmero, em manter sua base de usuários em crescimento.

A efemeridade desses formatos dá um senso de foco ao usuário. “A atenção dele está apenas ali mesmo que por poucos segundos. Isso vem quase como um antídoto à dispersão causada pelo excesso de conteúdo na linha do tempo da maioria das redes sociais”.


Veja algumas mudanças recentes que modificou o formato do Instagram:

Novembro

Recurso para criar Stories e salvar publicações pela web do celular;
O usuário passou a ter uma nova maneira de compartilhar histórias e salvar suas publicações favoritas: acessando o instagram.com a partir do seu celular.

Recurso para solicitar a participação em um Live;
O usuário que está transmitindo um vídeo ao vivo passou a visualizar as solicitações de amigos que desejam participar ao tocar no novo ícone com dois rostos sorridentes. Nele, um número em vermelho mostra a quantidade de solicitações.

Outubro

Enquete para Instagram Stories;
As enquetes interativas no Instagram Stories permitem fazer uma pergunta e acompanhar os resultados dos seguidores à medida que eles votam. A interação acontece diretamente por meio do Instagram Stories. Recurso que permite que usuários façam transmissões ao vivo acompanhados de um amigo.

Agosto

Formato ao vivo com duas pessoas;
O Instagram inicia o teste de um novo formato ao vivo que permite às pessoas adicionarem amigos à transmissão. Com essa atualização, as pessoas podem adicionar um convidado para interagir ao vivo enquanto seus espectadores curtem e comentam, acompanhando a transmissão


Aumenta desconfiança sobre conteúdo de marcas

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5 de janeiro de 2018


O avanço da conectividade e o acesso dos brasileiros à informação criaram um ambiente de oportunidades para as empresas, mas também de muitos desafios. Segundo o estudo global Connected Life, desenvolvido pela Kantar TNS, os internautas do Brasil estão cada vez mais divididos sobre a confiança que possuem nas marcas e no conteúdo produzido por elas.

A edição deste ano do estudo considera a confiança relacionada a temas como tecnologia, conteúdo e dados. A evolução da tecnologia está possibilitando que as marcas se aproximem desse consumidor e desenvolvam experiências melhores de serviço, mas ainda há resistência. Os consumidores conectados estão divididos em aceitar a inteligência artificial: enquanto 40% dizem não ter nenhum problema em falar com um robô, se isso permitir uma resposta mais rápida, 41% estão totalmente contra.

A pesquisa ouviu 70 mil consumidores em 56 países durante o primeiro semestre, entre eles o Brasil, e constatou que 52% dos brasileiros acreditam que o conteúdo de marca gerado nas mídias sociais não é confiável, a média global representa 35%. Outro dado é o de que 45% se preocupam com o controle das redes sociais sobre aquilo que veem em seus feeds e 54% estão apreensivos com o nível de dados pessoais que as marcas têm sobre eles.



Em relação ao conteúdo, a pesquisa mostra que há cada vez mais desconfiança sobre o que é produzido nos canais de marcas. Sendo que 37% dos consumidores do Brasil declaram que o conteúdo publicado nas redes sociais não é relevante para eles e 52% acreditam o que veem nesses canais não é confiável, contra uma média global de 35%. Quase metade desses consumidores, 45%, expressam preocupação com o controle que as plataformas digitais têm sobre o que eles veem em seus feeds.

Sobre privacidade, as pessoas estão cada vez mais conscientes do preço que estão pagando por seu estilo de vida conectado: 54% dos entrevistados na América Latina expressaram preocupação com a quantidade de dados pessoais que as empresas têm deles, enquanto a média global é de 40%. “A transparência deve ser uma preocupação para as empresas. O consumidor não quer se sentir mais um, procura por um atendimento personalizado e quer que as marcas entendam seus reais problemas e necessidades”, diz Maura Coracini, head de Media&Digital da Kantar.


Os 20 maiores anunciantes do mundo

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2 de janeiro de 2018



Elaborado pelo Advertising Age, o ranking dos 20 maiores anunciantes do mundo leva em consideração os dados obtidos pela publicação e estimativas baseadas em informações fornecidas pelas empresas. Dentre estes anunciantes do mundo, todos ampliaram o investimento em mídia em 2017. No ano passado, essas companhias investiram US$ 267 bilhões, quantia 3,4% maior do que no ano anterior.

P&G, Samsung, Nestlé e Unilever lideram o ranking das empresas que mais investiram em publicidade no mundo no ano passado, segundo o AdAge. Mas o maior crescimento pode ser observado quando se olha para o mercado chinês, região que ostenta quatro dos maiores anunciantes do planeta.

Os investimentos em publicidade e promoções do Alibaba, maior varejista online da China, cresceram 50% no ano, alcançando o montante de US$ 1,3 bilhão – a maior alta entre todos os anunciantes do mundo. A empresa de internet Tencent ampliou seus investimentos em 48%, alcançando o valor de US$ 1,4 bilhão, o que a deixa na segunda colocação em termos de crescimento. A chinesa Saic Motor, a maior companhia automobilística do país, aumentou seu investimento publicitário em apenas 4%, alcançando US$ 1,6 bilhão. O grupo Yili, maior companhia de lácteos da China, fez um corte de gastos, mas, ainda assim, ampliou seus investimentos publicitários em 20%.

A maior parte dos investimentos publicitários das quatro grandes companhias foi feita na China, o segundo maior mercado publicitário global do mundo. O investimento em publicidade no país aumentou 8,7% em 2016 e deve crescer 7,4% neste ano, alcançando US$ 80,5 bilhões, de acordo com novo estudo da Zenith, do Publicis Groupe.

A Amazon já ocupa o 11º lugar no ranking global dos anunciantes, com investimento de US$ 5 bilhões – à frente de marcas como Ford, Coca-Cola e McDonald’s.

O top 10 do ranking inclui mais companhias de internet – como Tencent, Alibaba e Rakuten – do que no ano passado. Essas dez maiores empresas da lista ampliaram seus investimentos publicitários em 25,8%. 


Veja a lista dos 20 maiores anunciantes do mundo:

1- P&G (Estados Unidos)

2- Samsung (Coreia do Sul)

3- Nestlé (Suíça)

4- Unilever (Holanda)

5- L’Oréal (França)

6- Volkswagen (Alemanha)

7- Concast (Estados Unidos)

8- ABInbev (Bélgica)

9- General Motors (Estados Unidos)

10- Daimler (Alemanha)

11- Amazon (Estados Unidos)

12- LVMH (França)

13- Ford (Estados Unidos)

14- Toyota (Japão)

15- Coca-Cola (Estados Unidos)

16- Fiat Chrysler (Reino Unido)

17- Alphabet – Google (Estados Unidos)

18- Priceline (Estados Unidos)

19 – AT&T (Estados Unidos)

20 – American Express (Estados Unidos)
 
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