Setor de serviços lidera m-commmerce

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26 de março de 2018



Fala galera, tudo bom? Qual sua opinião sobre a venda de serviços online? Você utiliza muito esta opção? O que tens a dizer sobre a facilidade das compras pela internet? Nesta matéria iremos discutir um pouco sobre o crescimento das vendas de Serviços no Setor m-commerce. Vamos lá?

Pesquisas feitas recentemente declaram que mais de 80% dos consumidores que já fizeram compras pelo celular tiveram alguma experiência de aquisição no setor de Serviços, segundo estudo realizado pela Opinion Box, a pedido do Paypal. Desse público, 30% afirmou ter usado aplicativos como Uber ou iFood pelo menos uma vez nos últimos sete dias. A pesquisa ouviu, entre os dias 26 e 28 de fevereiro, 1.020 pessoas que, em algum momento de suas vidas, fizeram compras no mobile.



Para os usuários, a satisfação com a facilidade na experiência de consumo no setor de Serviços garantiu que o mesmo levasse o primeiro lugar entre as categorias estudadas. As demais foram Turismo e Viagens; Consumo Digital; Entretenimento; Produtos do dia-a-dia e Compras Pontuais.

Entre os fatores que levaram o segmento a capitanear esse ranking, se destacam o uso diário (33% das compras foram consideradas necessidades imediatas) e o baixo valor do tíquete médio.



Instagram e YouTube são as redes sociais estrelas das marcas

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20 de março de 2018



A presença das marcas nas redes sociais, nos últimos três anos, se tornou, praticamente, obrigatória. Não dá para não ter um canal no YouTube, um perfil no Instagram, uma fanpage no Facebook ou uma conta no Twitter. Claro que estar numa rede ou noutra depende muito do que a marca quer atingir e como se comunica. Não é mandatário estar nas quatro redes, simultaneamente. Em outros casos, é quase que exigida a aparição da marca em todas essas redes.

Em 2014, foi feito o primeiro estudo Mídias Sociais 360º, numa parceria entre a Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) e a Socialbakers. Naquela época, a configuração das redes sociais era diferente: a plataforma social mais utilizada pelos cem principais perfis de marcas institucionais era o Facebook e as empresas ainda engatinhavam no YouTube e Instagram, com média de 16 mil inscritos e 49 mil seguidores, respectivamente, nessas redes. Três anos depois, o relatório mais recente, que contempla o último trimestre de 2017, mostra que o Facebook ainda é a rede mais utilizada pelas marcas, mas há uma tendência de queda devido ao crescimento do YouTube, cujo uso pelas marcas aumentou quase 800%, com uma média de 149 mil inscritos. O Instagram foi ainda mais longe e superou um milhão de seguidores por marca, em média, o que equivale a um crescimento de mais de 2000% ao longo desses três anos. Em relação aos segmentos analisados pelo estudo, “Marcas/Institucional” era o setor que obtinha no Facebook, ainda em 2014, maior incidência junto aos usuários, com 2,4 milhões de curtidores em média nas páginas. A categoria continuou sendo a que registra mais crescimento — cerca de 34%, em relação ao mesmo período, em 2014 —, com uma média de 3,25 milhões de curtidores no último trimestre de 2017.

“A avaliação dos três anos ajuda a firmar a área de mídias sociais e já não para afirmar que isso é só um modismo. As redes são como um canal de comunicação para as empresas. As empresas precisam, eventualmente, mudar de ideia se ainda estão reticentes quanto a isso”, afirma o professor Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Faap. “Sempre fizemos uma análise entendendo que mídias são várias plataformas e as marcas precisam pensar no todo e como vão atuar. Nos últimos anos, a principal plataforma foi o Facebook. Não só em usuários, mas pensando nas empresas querendo construir relacionamento com seus consumidores. Ao longo dos últimos três anos, cresceu números de fãs e seguidores no Instagram e Twitter. Particularmente, o YouTube e o Instagram tiveram um crescimento absurdo: 800% na média de assinantes no canal das marcas no YouTube e 2.000% na média de seguidores de perfil de marcas no Instagram. Já no Facebook, a expansão foi bem abaixo disso: apenas 34%.  Porque já tinha muita gente e ainda é a plataforma com mais usuários. A análise que dá para ser feita é que as pessoas estão seguindo também as demais redes, além do Facebook, onde o excesso de presença de marca pode estar cansando o usuário”, analisa o professor.


Quando vistas separadamente, as redes têm apelos diferentes para o crescimento mais ou menos expressivo. O Facebook, por exemplo, promoveu diversas mudanças em seu algoritmo, o que desprestigiou as publicações de páginas institucionais. A despeito disso, o brasileiro continua a interagir com as marcas dentro dessa plataforma. O estudo aponta um dado expressivo: a média de interações com as marcas no Facebook cresceu 2.350%. Atualmente, são feitas mais de 700 mil interações mensais, em média, entre likes, comentários e compartilhamentos com as marcas na rede. “Isso é, possivelmente, resultado de um maior investimento no impulso de posts, entre outros fatores, como o próprio crescimento natural de usuários”, afirma Messa. Em relação à média de publicações realizadas pelas páginas, o professor chama a atenção para o fato de que as marcas experimentaram, ao fim de 2015 e início de 2016, publicar menos posts (cerca de um ou dois por dia), mas a média subiu para cerca de quatro publicações por dia, atualmente.

Num extremo, as páginas do segmento Mídia/Notícias, cujo núcleo é produção de conteúdo, realizam, aproximadamente, 45 publicações por dia. O segmento sempre foi um dos mais curtidos, juntamente com as páginas do tipo Marcas/Institucional, mesmo em tempos de fake news. Entre as páginas de Mídia/Notícias avaliadas, a média de curtidas é de 3,7 milhões. Por dia, são cerca de 88 mil interações nestas páginas (likes, comentários e compartilhamentos).

Vídeo supremo

“A supremacia do vídeo nas plataformas de redes sociais, em relação a conteúdo de texto, é a primeira e mais importante mudança que tivemos”, aponta Thiago Costa, coordenador do curso de pós-graduação em comunicação e marketing digital da Faap. Por isso mesmo, no segmento Entretenimento, entre as cem maiores páginas em números de interações no Facebook, o volume de postagens em vídeo cresceu de menos de 10%, entre 2015 e 2016, para cerca de 40% do conteúdo publicado em 2017.

No YouTube, os números são relevantes. O ano de 2014 terminou com as marcas tendo uma média de 16.598 inscritos em seus canais, número que subiu para 36.315 no ano seguinte. No final de 2016, o número de assinantes praticamente dobrou, alcançando 70.814. O ano passado, por sua vez, terminou com um total de 149.244 inscritos, ou seja, um crescimento de quase 800% em três anos. “O YouTube, trazido aos hábitos do consumidor pelo público mais jovem, que acompanha os influenciadores digitais, passou a ser uma real plataforma de mídia para as marcas, que tiveram que se adaptar a isso e gerar conteúdo em vídeo”, explica Costa. “Foi uma mudança do consumidor para as marcas, e não o contrário.

Quando o estudo Mídias Sociais 360º foi iniciado, em 2014, o Instagram não tinha a opção de postagem de vídeos. Essa ferramenta só passou a ser oferecida no segundo trimestre de 2015, o que levou as marcas a aproveitar essa funcionalidade, com bons resultados de interação com o consumidor. No início, as postagens em vídeo tinham média de 999 curtidas e 38 comentários. Já as fotos ficavam com média de 1.420 curtidas e 33 comentários. No último trimestre de 2017, os vídeos tiveram 2.448 curtidas e 71 comentários, na média. As fotos tiveram um salto de 4.448 curtidas e 67 comentários, em média. O Instagram também foi a rede que mais cresceu desde 2014. No último trimestre daquele ano, um perfil de marca tinha, em média, pouco mais de 49 mil seguidores. Em 2017, a média era de um milhão de seguidores, o que representa um aumento de mais de 2.100%. Essas mesmas marcas costumam realizar entre duas e três publicações por dia, contra a média de um post por dia em 2014. “Vê-se que houve uma alteração na gestão do conteúdo, estimulada mais uma vez por mudanças no algoritmo do Instagram. Porém, mais importante é observar a popularidade que a plataforma conquistou, o que faz acreditar que, para muitas marcas, o Instagram já é uma plataforma importante para o relacionamento com seus consumidores”, destaca Messa.



Como o YouTube constrói sua relação com as marcas

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12 de março de 2018



Em dezembro de 2017 o YouTube passava por mais uma crise relacionada à segurança das marcas,  enquanto neste momento Debbie Weinstein, diretora global de soluções do Google, foi a responsável por manter a comunicação com mercados que iam da Índia à Europa, reforçando o que a empresa estava fazendo para resolver a situação e garantindo a anunciantes os esforços da plataforma em garantir um ambiente seguro. Essa comunicação tinha por objetivo conectar as marcas e agências com os times de engenharia para desenvolver projetos específicos.

Apresentando em seu currículo a formação em relações internacionais, a executiva já foi VP de vendas (Diretora Comercial) na Viacom e cuidou, por mais de cinco anos, da área de mídia da Unilever, antes de chegar ao Google, em 2014, para liderar as relações entre o YouTube e as marcas. Em visita ao Brasil, Debbie falou sobre a dinâmica da plataforma em equilibrar as demandas das marcas e também da comunidade criadora de conteúdo. “O ecossistema do YouTube é muito delicado, precisamos criar valor para os usuários, criadores e anunciantes”, afirma Debbie.



Experiências na Viacom e Unilever

No mundo digital, os consumidores estão em meio a muita informação e, é natural que, muitas vezes, a comunicação se perca, por isso o objetivo é ter uma estratégia que extraia o melhor desse mundo. A primeira coisa é auxiliar os clientes do Google a entender como encontrar os consumidores. No fim do dia, o mais importante para uma marca é encontrar o seu público onde quer que ele esteja. A segunda é como esses clientes podem avançar em suas estratégias de comunicação.  Por último, tem a questão de performance. Como trazer mais resultados para esses clientes por meio de um melhor desempenho. 

A diferença entre cada mercado local

Existe uma combinação de elementos que acabam mudando de região para região, mas a base é a mesma. Por exemplo, o que muda muito é a questão do perfil dos mercados locais. Muda o perfil de consumo e, algumas vezes, questões relacionadas à conectividade. Além disso, o desafio é o mesmo. Desde que entrou no YouTube, em 2014 Debbie conta que teve uma experiência em vários mercados, passando por Europa, Oriente Médio, África e, garante que para sua atual função, nada muda muito a não ser ter a visão global.

O equilíbrio entre anunciantes e criadores

O ecossistema do YouTube é muito delicado, precisamos criar valor para os usuários, criadores e anunciantes. E a única forma de fazer com que isso dê certo é trabalhando de forma muito próxima e pensando como uma comunidade. Além disso, dentro do nosso ecossistema você tem fenômenos culturais e situações locais que demandam uma atenção especial. E no meio de tanto conteúdo, existe um equilíbrio entre uso de tecnologia e pessoas para fazer com que a mensagem certa encontre os usuários certos. O nosso esforço recente e investimentos neste sentido é exatamente de conectar a mensagem de forma correta. Porque no fim das contas isso cria valor para usuários e marcas. Internamente, a gente tem trabalhado muito com todas as bases de usuários seja do Google, do Maps, ou outros produtos, para promover esse encontro da mensagem com o usuário que tem relação com aquela premissa inicial de encontrar os consumidores.

O papel dos times de engenharia

Esse exemplo ilustra um pouco da riqueza de ser uma empresa de tecnologia e a importância dos times de engenharia. Ainda que, quando falemos em engenharia, pode soar um pouco distante, mas como eu disse antes, eles estão cada vez mais conectados com a solução lá na ponta. Muitos dos formatos que surgiram no Brasil nascem do contato do time comercial e das demandas que surgem aplicadas a expertise do nosso time. Essa junção é muito importante. Agora mesmo eu estava discutindo como adaptarmos o YouTube Go (o aplicativo que permite assistir a vídeos on demand foi lançado no início de fevereiro) para o Brasil. Como adaptar o formato ao País. E tudo isso foi possível por causa do time de engenharia que trabalha muito próximo.

Empresas lançam serviço de internet grátis apoiada em publicidade

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9 de março de 2018


Fala galera, tudo bom? Quem já conhece a Plataforma Navega Grátis? 

A ClickWings, empresa de mobile marketing fundada há sete anos no México, faz sua entrada no mercado brasileiro oferecendo um serviço gratuito de navegação custeada por anunciantes. Com o nome de Navega Grátis, a ferramenta consiste em um navegador mobile que oferece megabytes para que os usuários acessam redes sociais, sites, vídeos e todo tipo de conteúdo em seus Smartphone de forma gratuita. Para isso, a empresa exibe comerciais, pesquisas e outros tipos de interações de anunciantes.

Segundo dados da Anatel, ao final de janeiro, mais de 62% dos usuários de celular no Brasil utilizavam o sistema pré-pago. De olho neste grupo de pessoas – sobretudo os mais jovens – empresas do segmento mobile estão apostando nas ofertas de internet grátis apoiada por inserções publicitária.

“O foco é massificar o acesso à internet, acelerando a inclusão digital em países emergentes. Acredita-se que os públicos mais beneficiados pelo Navega Grátis serão os millenials, heavy users de internet e, geralmente, com pacotes de dados limitados”, conta Cris Velasco, sócia-fundadora e diretora de marketing da ClickWings. No Brasil, a empresa já fechou acordos com Claro, Oi e Vivo para disponibilizar o Navega Grátis nos aparelhos dessas operadoras.


Segundo Cris, a adesão ao navegador solicita apenas o número do telefone do usuário. Aqueles, no entanto, que desejarem fornecer mais dados, serão recompensados com mais megabytes para acessar a internet sem consumir o pacote de dados. A ClickWings já começou a apresentar a ferramenta aos anunciantes brasileiros. “Já temos acordos fechados com algumas adnetwork. Temos sido muito bem recebidos pelo mercado anunciante e estamos trabalhando com diversas marcas para iniciarmos as primeiras campanhas nas próximas semanas”.

A Net e a Claro também anunciaram um serviço de internet gratuita que é aberto, inclusive, para quem não é cliente das operadoras. A ferramenta, criada em parceria com a Hands, libera o acesso gratuito a rede de #NET-CLARO-WIFI por 15 minutos, após a visualização de um vídeo promocional de alguma marca parceira do projeto. A ferramenta foi testada previamente no início deste ano, tendo o Itaú como anunciante pioneiro. Por enquanto, o serviço está disponível para as redes de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Ainda em março, a meta é estender o projeto para todo o Brasil.

 
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